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Operação Smartphone investiga contrabando de aparelhos no RJ

Operação Smartphone investiga contrabando de eletrônicos no RJ; três mandados, itens apreendidos avaliados em até R$ 1 milhão, entre smartphones e cigarros eletrônicos

Os investigados devem responder judicialmente pelos crimes de contrabando, descaminho e falsidade ideológica
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  • A Polícia Federal deflagrou a Operação Smartphone 334 para combater contrabando e descaminho de aparelhos eletrônicos na região de Angra dos Reis, no Rio de Janeiro.
  • Foram cumpridos três mandados de busca e apreensão em uma residência e dois estabelecimentos comerciais; foram apreendidos smartphones, tablets, smartwatches e mais de mil cigarros eletrônicos, com valor estimado de cerca de R$ 1 milhão.
  • A investigação partiu de denúncias sobre venda de celulares sem nota fiscal vindos do exterior e de produtos ilícitos como cigarros eletrônicos.
  • Segundo apurações, o lojista adquiria produtos no exterior sem declaração de importação ou os comprava de revendedores em São Paulo; o comércio incluía vaporizadores (vapes) e cigarros eletrônicos proibidos pela Anvisa.
  • Os investigados devem responder pelos crimes de contrabando, descaminho e falsidade ideológica, entre eventuais outros delitos que venham a surgir durante as apurações.

A Polícia Federal realizou a Operação Smartphone 334 nesta quinta-feira (30), em Angra dos Reis, RJ, para combater contrabando e descaminho de aparelhos eletrônicos. Os itens apreendidos estão avaliados em cerca de R$ 1 milhão. A ação utilizou mandados de busca e apreensão em locais da região.

Foram cumpridos 3 mandados em uma residência e dois estabelecimentos comerciais na região sudoeste do estado. “Smartphones”, tablets, smartwatches e mais de mil cigarros eletrônicos constaram entre as apreensões.

A investigação partiu de denúncias sobre comércio de celulares sem nota fiscal, vindos do exterior, e de produtos ilícitos como cigarros eletrônicos. O monitoramento indicou que um lojista vendia produtos de descaminho.

Segundo as apurações, o proprietário da loja adquiria itens no exterior ou os trazia de revendedores de São Paulo sem declaração de importação e sem recolhimento de impostos. Também havia venda de vapes proibidos pela Anvisa.

Os investigados devem responder a crimes de contrabando, descaminho e falsidade ideológica, entre outros ilícitos que possam surgir durante as apurações.

Detalhes da operação e próximos passos

A PF não informou identidades dos envolvidos. A investigação continua para confirmar a origem dos itens e o relacionamento entre os estabelecimentos. Autoridades ressaltam a importância de atuar contra o comércio irregular de eletrônicos.

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