- Rosewood Hong Kong foi eleito o melhor hotel do mundo em 2025 pelo ranking The World’s 50 Best Hotels, com 413 acomodações, 186 residências, 11 opções gastronômicas e spa de quase quatro mil metros quadrados.
- O hotel é liderado pelo diretor-geral Hugo Montanari, que supervisiona cerca de 1.400 funcionários de 30 nacionalidades e enfatiza o cuidado aos hóspedes como se fossem da família.
- A integração com a comunidade local é destacada, com contratação de jovens e pessoas com autismo no restaurante BluHouse; o Rosewood Hong Kong também detém três chaves Michelin.
- A ocupação é mantida em aproximadamente 70% para preservar a qualidade, e há tours gratuitos diários às 17h para quem não está hospedado.
- O executivo ressalta a importância da personalização, da hospitalidade humana e da conexão com a cidade de Hong Kong como diferencial do hotel.
O Rosewood Hong Kong foi eleito o melhor hotel do mundo em 2025 pelo ranking The World’s 50 Best Hotels, com base na avaliação de mais de 800 especialistas. O empreendimento de 43 andares fica na Victoria Harbour e oferece 413 acomodações, 186 residências, 11 opções gastronômicas e um spa de quase 4 mil m².
À frente da operação está Hugo Montanari, diretor-geral italiano com passagens por Dubai, Nova York, Índia, China, Marrocos e Ibiza. Ele lidera um quadro de 1.400 funcionários de 30 nacionalidades e coordena serviços que já atraíram hóspedes de diversas origens. Montanari destaca o equilíbrio entre hospitalidade e responsabilidade com a comunidade.
O hotel acumula reconhecimentos adicionais, incluindo o título de melhor hotel da Ásia e três chaves Michelin concedidas pelo Guia Michelin. Montanari atribui a distinção à qualidade da operação, à energia da cidade e à experiência oferecida aos hóspedes, que variam entre os andares com propostas próprias.
Gestão baseada em pessoas
A gestão é orientada pela ideia de tratar os hóspedes como familiares, com uma cultura que envolve toda a equipe. Montanari costuma reforçar que todos devem conhecer o rosto por trás do nome, promovendo aprendizado diário para manter a equipe engajada.
A integração com a comunidade local é ponto essencial. O BluHouse, por exemplo, emprega jovens e pessoas com autismo, além de abrir oportunidades para diversos grupos étnicos. O hotel mantém a ocupação em cerca de 70% para sustentar a qualidade do serviço sem pressão excessiva.
O Rosewood Hong Kong promove visitas guiadas diárias gratuitamente, às 17h, para quem não está hospedado. Montanari afirma que a hospitalidade de luxo pode ser acessível a quem visita, reforçando a ideia de que o destino não é exclusivo apenas aos hóspedes.
Perspectivas sobre o turismo de luxo e cultura local
A experiência no Rosewood busca traduzir a vibração de Hong Kong por meio do design, com elementos que remetem à cultura local, como símbolos de boa sorte e sinais de acolhimento. A visão do diretor é de hiperpersonalização da experiência, combinada a privacidade e conveniência para hóspedes com agendas apressadas.
Montanari aponta que o papel do hotel envolve também apoiar o destino como um todo, elevando o padrão de turismo de alto nível na cidade. Ele ressalta que, quando as tarifas são ajustadas, há impacto econômico para Hong Kong e para entidades regionais de turismo.
Entre na conversa da comunidade