- Rio transbordou em Ingá, danificando parcialmente a ponte e deixando parte da cidade ilhada; a passagem ficou interditada para veículos e apenas pedestres com autorização da Defesa Civil podem atravessar.
- Segundo Cemaden, foram registrados mais de 108 milímetros de chuva em Ingá nas últimas 24 horas.
- A PB-032, principal acesso a Pedras de Fogo, teve cratera que se abriu e bloqueou totalmente a via; DER-PB orienta caminho alternativo pela PB-030.
- Barragem de médio porte rompeu em Lagoa Seca, e quatro barreiros menores também cederam; uma pessoa foi desalojada e resgatada.
- Em João Pessoa, choveu 134,6 milímetros em 24 horas, com maior índice no Altiplano; moradores do Muçumagro protestaram por infraestrutura.
O rio que corta Ingá, no Agreste da Paraíba, transbordou devido às chuvas intensas nesta sexta-feira (1º), levando à destruição parcial de uma ponte e deixando moradores ilhados. A Defesa Civil interditou a ponte para veículos, permitindo apenas passagem de pedestres com autorização. O fluxo de água comprometeu parte da via e ampliou o isolamento da cidade.
Segundo o Cemaden, Ingá registrou mais de 108 milímetros de chuva nas últimas 24 horas. A cidade ficou entre os locais mais afetados pelo temporal que atingiu o estado nesta sexta.
Outros problemas foram verificados em diferentes regiões. Em Pedras de Fogo, a PB-032 sofreu rompimento total de uma faixa após a abertura de uma cratera causada pelas chuvas. O DER-PB orientou uso de rotas alternativas pela PB-030.
Transtornos no Agreste e litoral
Em Lagoa Seca, uma barragem de médio porte rompeu, junto a dois barreiros menores, provocando desalojamento de um morador. A Defesa Civil informou que houve resgate e danos materiais, com a casa atingida pela água. O morador foi encaminhado para familiares.
A cidade de João Pessoa registrou grande volume de chuva em 24 horas: 134,6 milímetros, segundo a Aesa-PB. O índice foi medido no bairro Altiplano, com dados das 10h de quarta-feira (29) até 10h desta sexta. Houve novos alagamentos na região do Muçumagro.
A Defesa Civil municipal mantém monitoramento das áreas de risco e recomenda cautela aos moradores. O temporal também provocou transtornos nos bairros da capital e em outras áreas da capital paraibana.
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