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Fim da escala 6×1 é compatível e não deve gerar prejuízos, diz presidente do TST

Fim da escala 6x1 é compatível e não gera prejuízos, diz o presidente do TST; destaca impactos familiares, sobretudo para mulheres monoparentais

Anamatra (Associação Nacional das Magistradas e dos Magistrados da Justiça do Trabalho) realizou nesta sexta-feira (1°), o 22° Congresso Nacional da categoria em Brasília
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  • O presidente do Tribunal Superior do Trabalho, Luiz Philippe Vieira de Mello Filho, afirma que o fim da escala seis por um é plenamente compatível e não deve gerar prejuízos.
  • Segundo ele, a mudança pode resultar em trabalhadores mais saudáveis e exigir atenção aos impactos familiares de longas jornadas.
  • Ele lembra que diversas regulações trabalhistas foram adotadas sem causar prejuízos, citando exemplos como férias e 13º salário.
  • Mello Filho destaca que as mulheres, que geralmente cumprem múltiplos turnos, são as mais beneficiadas e que não se pode desumanizar as regulações.
  • O ministro participa do 22º Congresso Nacional das Magistradas e dos Magistrados da Justiça do Trabalho, promovido pela Anamatra, em Brasília.

O presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), Luiz Philippe Vieira de Mello Filho, disse que o fim da escala 6×1 é plenamente compatível com a dinâmica das relações de trabalho e não deve gerar prejuízos. Em entrevista ao programa Alerta Brasil, ele afirmou que a mudança pode tornar os trabalhadores mais saudáveis.

Segundo o ministro, já houve mudanças regulatórias no passado que, inicialmente moldaram preconceitos, mas não provocaram efeitos negativos, citando férias, 13º salário e outros direitos como exemplos. A queda de resistências depende da avaliação de impactos reais.

Mello Filho ressaltou a necessidade de considerar os impactos familiares de jornadas longas, em especial para famílias monoparentais. Ele destacou que mulheres, com três ou quatro turnos, podem ser as principais beneficiadas pela alteração. A preocupação é evitar desumanização das normas regulatórias.

O ministro enfatizou que a discussão não deve desconsiderar a sociedade. A fala ocorreu durante o 22º Congresso Nacional das Magistradas e dos Magistrados da Justiça do Trabalho, promovido pela Anamatra em Brasília. O evento ocorre nesta sexta-feira, 1º de abril, reunindo autoridades do setor.

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