- Morreu aos 91 anos Lucidéa Batista Maiorana, conhecida como Dona Déa, presidente do Grupo Liberal desde 1986.
- A morte foi confirmada pela família na quinta-feira, 30 de abril, e a cerimônia de despedida ocorre na sexta-feira, 1º de maio, em Itapecerica da Serra (SP).
- A Associação Nacional de Jornais lamentou a perda e destacou a importância de Déa para o desenvolvimento da comunicação no Norte.
- Sob sua gestão, o Grupo Liberal ampliou operações, modernizou estruturas e manteve linha editorial voltada ao interesse público, com impacto na cobertura de política, economia e vida social do Pará e da Amazônia.
- A trajetória envolve a aquisição do jornal O Liberal em 1966, a inauguração da TV Liberal em 1976 e o Instituto Déa Maiorana, que atua na assistência e capacitação de mulheres da Amazônia paraense.
Morreu aos 91 anos Lucidéa Batista Maiorana, conhecida como Dona Déa, presidente do Grupo Liberal. A confirmação foi feita pelos familiares na noite de quinta-feira, 30 de abril. Ela liderava o conglomerado paraense desde 1986, após a morte do marido Romulo Maiorana.
Nascida na região, Déa acompanhou de perto a expansão do grupo, que inclui o jornal O Liberal. Ao lado de Romulo, participou da aquisição do veículo em 1966 e da inauguração da TV Liberal, em 1976. Sob sua gestão, o grupo modernizou estruturas e manteve linha editorial voltada ao interesse público.
A cerimônia de despedida ocorre nesta sexta-feira, 1º de maio, em Itapecerica da Serra, SP. Em nota, a Associação Nacional de Jornais destacou a influência de Déa no jornalismo da Amazônia e no desenvolvimento da comunicação no Norte.
Legado e atuação
É enfatizada a atuação social de Déa, com a criação do Instituto Criança Vida, renomeado Instituto Déa Maiorana. A instituição atua na assistência e na capacitação profissional de mulheres da Amazônia paraense, fortalecendo o vínculo do Grupo Liberal com a região.
A ANJ apontou que, sob a liderança de Déa, o grupo ampliou operações e manteve foco no acompanhamento da vida política, econômica e social do Pará e da Amazônia. A notícia confirma a perda de uma figura central no cenário de comunicação regional.
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