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Laudo revela abuso contra Maria Clara por mãe e padrasto

Laudo aponta que mãe e padrasto asfixiaram e soterraram Maria Clara, enterrando o corpo dois dias após o crime para ocultá-lo

Laudo apontou o que a mãe e o padrasto fizeram a Maria Clara
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  • O laudo necroscópico apontou que a mãe, Luiza Aguirre Barbosa da Silva, e o padrasto, Rodrigo Ribeiro Machado, tiraram a vida da menina Maria Clara Aguirre Lisboa, de cinco anos, em Itapetininga, interior de São Paulo.
  • O corpo foi encontrado enterrado em uma cova rasa, concretado no fundo do quintal da residência do padrasto, e o crime ocorreu cerca de vinte dias antes de o corpo ser localizado.
  • A asfixia mecânica por soterramento foi identificada como causa da morte, com parte do solo na traqueia, sugerindo que a menina ainda respirava ao ser enterrada.
  • O casal confessou ter agido porque a criança estaria atrapalhando o relacionamento deles e admitiu ter descontado frustrações com agressões prévias.
  • Segundo o delegado responsável, os réus enterra­ram o corpo dois dias após o homicídio, na tentativa de ocultar o crime, e a investigação começou após a denúncia da avó paterna.

O laudo necroscópico confirmou o que a mãe, Luiza Aguirre Barbosa da Silva, e o padrasto, Rodrigo Ribeiro Machado, teriam feito com a menina Maria Clara Aguirre Lisboa. A criança, de cinco anos, foi encontrada sem vida em Itapetininga, interior de São Paulo, no dia 14 de outubro do ano passado.

Segundo as informações oficiais, o corpo foi encontrado enterrado em uma cova rasa, no fundo do quintal da residência do padrasto. A perícia indicou que o enterro foi realizado com utilização de concreto para ocultar o crime.

A polícia informou que o casal confessou ter tirado a vida da menina porque a criança atrapalhava o relacionamento entre eles. A dupla também admitiu que descontava frustrações por meio de agressões contra Maria Clara.

Laudo aponta método e tempo do crime

O laudo apontou asfixia mecânica por soterramento como causa da morte. Parte do solo ficou suspensa na traqueia da criança, indicando que ainda havia respiração no momento do soterramento. O exame também revelou traumas cranianos.

A investigação indicou que Maria Clara foi enterrada cerca de 20 dias antes de ser encontrada. O casal agiu dois dias após o homicídio para ocultar o corpo, segundo o inquérito.

A divulgação do caso emergiu após a avó paterna, Vanderleia Monteiro do Amaral, registrar o desaparecimento da neta. As autoridades inicialmente não suspeitavam de homicídio.

Mensagens entre o padrasto e o pai da menina foram usadas como evidência. Em comunicações, o padrasto afirmou que Maria Clara está morta e pediu que o pai aceitasse a situação, sem detalhar o ocorrido.

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