- A Folha estreia uma série que revisita os crimes de maio, marcando 20 anos desde os ataques comandados pelo PCC em São Paulo.
- A reportagem mostra como a facção atuou hoje em instâncias locais, a reconstituição dos fatos e a busca por reparação pelas vítimas.
- Os textos vão desde os minutos iniciais dos atentados até os processos que tramitam atualmente na Justiça brasileira.
- Em 2006, o PCC matou 59 agentes de segurança e 505 civis, provocando pânico, quebras de rotina e rebeliões em presídios.
- A série também aborda Paraisópolis como quartel-general da organização, o andamento das investigações e o estado atual da estrutura do PCC.
A Folha estreia neste domingo uma série que reconstitui os crimes de maio, quando o PCC atuou em São Paulo há 20 anos. A reportagem inicial mostra como a facção transformou Paraisópolis em um domínio territorial, marcando o início de uma sequência de ataques.
Entre 2006 e os dias seguintes, o estado vivenciou pânico com ônibus incendiados, rebeliões em presídios e ruas desertas. Ao todo, 59 agentes de segurança morreram, e 505 civis perderam a vida em retaliações e confrontos.
A série aborda ainda a investigação dos mais de 500 homicídios atribuídos aos ataques, a maior parte arquivada por falta de provas. Familiares de vítimas continuam buscando reparação até hoje.
Paraisópolis é o foco inicial da análise, com relatos sobre o fortalecimento do domínio da facção na região e as consequências logísticas para a cidade. A reportagem acompanha também a evolução da organização do PCC.
Os próximos capítulos trarão a linha do tempo de 2006, atualizações sobre o paradeiro de nomes ligados aos fatos e um retrato do estágio atual do grupo criminoso em São Paulo.
Essa cobertura inclui depoimentos de pessoas próximas às vítimas, além de dados sobre a atuação policial e o que mudou na estratégia de combate ao crime organizado no estado.
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