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Paulistanos vivem com medo e mudam rotina para evitar furtos de celular

Operação da Polícia prende dezoito suspeitos; motoristas paulistanos reduzem exposição de celular e adotam proteções contra furtos e quebras de vidro

O empresário Gabriel Rolim, da zona norte, passou a carregar sempre um aparelho antigo como isca para entregar aos ladrões
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  • O medo de furtos de celulares e ataques com quebra-vidros levou motoristas a mudar rotinas, evitar exposição de aparelhos e usar proteções como películas antivandalismo e, em alguns casos, aparelhos antigos como iscas.
  • A Polícia Militar realizou uma operação na última semana, com mais de 900 agentes e apoio de drones, que prendeu 38 suspeitos e mira crimes patrimoniais e tráfico de drogas.
  • Pinheiros foi o bairro com mais ocorrências nos três primeiros meses de 2026, com 2.061 registros (média de 23 por dia); a cidade, no entanto, teve queda de 9% no total do trimestre.
  • O custo das proteções varia: películas antivandalismo vão de cerca de R$ 500 a R$ 1.500; há também racks e suportes com proteção para evitar furtos, aumentando a demanda em lojas.
  • As orientações da Polícia Militar para reduzir riscos incluem não deixar objetos visíveis no veículo, usar dispositivos de segurança como alarmes e travas, e estacionar em locais bem iluminados e movimentados.

Em São Paulo, motoristas relatam medo constante de furtos de celulares e ataques com vidro quebrado. A violência cresce com a ação de gangues e ações rápidas que visam aparelhos em trânsito.

Com o aumento dos casos, moradores dizem adaptar hábitos diários para reduzir riscos. Estratégias incluem evitar exposição do celular, manter atenção no trânsito e reduzir tempo em locais de maior vulnerabilidade.

Em levantamento recente, Pinheiros aparece como o bairro com mais ocorrências de roubos e furtos de celular nos três primeiros meses de 2026, com média de 23 casos diários. Total da cidade registra queda trimestral.

Operação da Polícia Militar

Na última semana, a PM realizou uma operação de combate a crimes patrimoniais e tráfico, mobilizando mais de 900 agentes e drones. Ao todo, 38 suspeitos foram presos em pontos estratégicos.

Dados oficiais apontam que a intervenção busca desarticular estruturas criminosas que atuam no espaço público, com foco também em reduzir o tráfico de drogas que alimenta furtos de celulares.

Medidas de proteção adotadas

Moradores investem em películas antivandalismo e itens de proteção para vidros. Valores variam entre cerca de R$ 500 e R$ 1.500, conforme a resistência do material.

Empresário relata uso de aparelhos antigos como isca para reduzir prejuízos, especialmente em rotas de GPS na moto. Outros evitam suportes visíveis e fecham o veículo com frequência.

Especialistas apontam que, além da proteção física, a atitude preventiva continua essencial, como evitar trajetos de maior incidência de crimes e manter o celular fora da vista sempre que possível.

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