- O medo de furtos de celulares e ataques com quebra-vidros levou motoristas a mudar rotinas, evitar exposição de aparelhos e usar proteções como películas antivandalismo e, em alguns casos, aparelhos antigos como iscas.
- A Polícia Militar realizou uma operação na última semana, com mais de 900 agentes e apoio de drones, que prendeu 38 suspeitos e mira crimes patrimoniais e tráfico de drogas.
- Pinheiros foi o bairro com mais ocorrências nos três primeiros meses de 2026, com 2.061 registros (média de 23 por dia); a cidade, no entanto, teve queda de 9% no total do trimestre.
- O custo das proteções varia: películas antivandalismo vão de cerca de R$ 500 a R$ 1.500; há também racks e suportes com proteção para evitar furtos, aumentando a demanda em lojas.
- As orientações da Polícia Militar para reduzir riscos incluem não deixar objetos visíveis no veículo, usar dispositivos de segurança como alarmes e travas, e estacionar em locais bem iluminados e movimentados.
Em São Paulo, motoristas relatam medo constante de furtos de celulares e ataques com vidro quebrado. A violência cresce com a ação de gangues e ações rápidas que visam aparelhos em trânsito.
Com o aumento dos casos, moradores dizem adaptar hábitos diários para reduzir riscos. Estratégias incluem evitar exposição do celular, manter atenção no trânsito e reduzir tempo em locais de maior vulnerabilidade.
Em levantamento recente, Pinheiros aparece como o bairro com mais ocorrências de roubos e furtos de celular nos três primeiros meses de 2026, com média de 23 casos diários. Total da cidade registra queda trimestral.
Operação da Polícia Militar
Na última semana, a PM realizou uma operação de combate a crimes patrimoniais e tráfico, mobilizando mais de 900 agentes e drones. Ao todo, 38 suspeitos foram presos em pontos estratégicos.
Dados oficiais apontam que a intervenção busca desarticular estruturas criminosas que atuam no espaço público, com foco também em reduzir o tráfico de drogas que alimenta furtos de celulares.
Medidas de proteção adotadas
Moradores investem em películas antivandalismo e itens de proteção para vidros. Valores variam entre cerca de R$ 500 e R$ 1.500, conforme a resistência do material.
Empresário relata uso de aparelhos antigos como isca para reduzir prejuízos, especialmente em rotas de GPS na moto. Outros evitam suportes visíveis e fecham o veículo com frequência.
Especialistas apontam que, além da proteção física, a atitude preventiva continua essencial, como evitar trajetos de maior incidência de crimes e manter o celular fora da vista sempre que possível.
Entre na conversa da comunidade