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Mulher trans morre após quase um mês internada com 80% do corpo queimado em BH

Professora trans Bianka Acsa Rosa da Fonseca morre em Belo Horizonte após quase um mês internada com oitenta por cento do corpo queimado; crime motivado por ciúmes levou à prisão do suspeito três dias após o ataque

O alvo seria seu atual companheiro, que fugiu do local
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  • Bianka Acsa Rosa da Fonseca, 36 anos, professora trans, morreu na manhã de 4 de maio em Belo Horizonte, quase um mês após ser internada com 80% do corpo queimado.
  • O incêndio ocorreu em 7 de abril, dentro da casa em Curvelo onde Bianka estava com o companheiro; o fogo atingiu a vítima enquanto o outro escapou sem ferimentos.
  • Segundo a Polícia Civil, o crime foi praticado pelo ex-companheiro do atual namorado de Bianka, que invadiu o imóvel e ateou fogo.
  • A motivação foi ciúmes e posse após o fim do relacionamento; o suspeito, 25 anos, foi preso três dias após o ataque.
  • A Escola Estadual Interventor Alcides Lins emitiu nota lamentando a morte e ressaltando a trajetória da professora.

Bianka Acsa Rosa da Fonseca, 36, foi vítima de um incêndio criminoso e morreu nesta segunda-feira em Belo Horizonte. A professora trans estava internada há quase um mês após ter 80% do corpo queimado.

O ataque ocorreu no dia 7 de abril, na casa onde Bianka estava com o companheiro, em Curvelo. Segundo a Polícia Civil, o suspeito, ex-companheiro do atual namorado da vítima, invadiu o imóvel e ateou fogo. O homem conseguiu escapar sem ferimentos, e Bianka ficou ferida.

A investigação aponta ciúmes e sentimento de posse após o término do relacionamento como motivação do crime. O suspeito, 25 anos, foi preso três dias após o ataque.

A Escola Estadual Interventor Alcides Lins, onde Bianka lecionava, publicou nota de pesar. A instituição destacou a trajetória da educadora e o legado de inspiração que ela deixa para a comunidade escolar.

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