- Pacientes em Criciúma (SC), no Hospital São José, relatam esperar por cirurgias por até três anos.
- Investigações do Ministério Público indicam que pacientes da neurocirurgia ficam na fila por 1.134 dias.
- Os atrasos costumam ocorrer por impasses burocráticos sobre o custo de próteses e materiais.
- A situação envolve serviços de maior complexidade no sistema público de saúde (SUS).
- O relato evidencia o drama de quem depende do SUS para procedimentos neurológicos.
Pacientes que dependem do SUS enfrentam longas esperas por cirurgias em hospitais de todo o país. Em unidades como o Hospital São José, em Criciúma (SC), relatos indicam filas que chegam a três anos de espera. A duração média aumenta conforme o tipo de procedimento.
Investigações do Ministério Público apontam que na área de neurocirurgia as filas chegam a 1.134 dias. O atraso é atribuído a impasses burocráticos relacionados ao custo de próteses e materiais necessários aos procedimentos.
O quadro afeta não apenas pacientes de Criciúma, mas de outras unidades que possuem serviços semelhantes. A demora impacta a evolução de doenças, com agravamento dos sintomas e redução de qualidade de vida.
Entre as causas, há apontamentos sobre a necessidade de autorizações para aquisição de itens específicos, além de entraves administrativos que retardam a marcação de cirurgias. Procuradas, as informações oficiais ainda não esclarecem prazos.
Apesar das promessas de melhoria, a demora persiste e gera desinformação entre pacientes e familiares. Em resposta, órgãos de saúde afirmam que trabalham para reduzir a fila e ampliar a capacidade de atendimento nas unidades na região.
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