- A aeronave fabricada em 1979, com status “normal” segundo a Anac, caiu e atingiu um prédio no bairro Silveira, em Belo Horizonte, por volta de 12h20 desta segunda-feira, 4 de maio, deixando três mortos.
- O certificado de aeronavegabilidade era válido até 1º de abril de 2027; o avião estava classificado para uso privado e não possuía autorização para serviço de táxi aéreo ou transporte comercial de passageiros.
- O modelo EMB-721C é monomotor, com capacidade para até cinco passageiros, além do piloto, e peso máximo de decolagem de 1.633 kg; o avião está configurado para uso privado.
- Não havia autorização para atividades RBAC 135 (táxi aéreo), RBAC 121 (transporte aéreo regular), RBAC 141 (voos de instrução) nem SAE (serviço aéreo especializado).
- A Força Aérea Brasileira, por meio do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA), investiga o acidente com apoio do Terceiro Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (SERIPA III).
A aeronave que caiu atingindo um prédio no bairro Silveira, em Belo Horizonte, foi fabricada em 1979 e estava com situação considerada normal pela Anac. O acidente ocorreu por volta de 12h20 desta segunda-feira, deixando três mortos.
O certificado de aeronavegabilidade da aeronave, modelo EMB-721C, era válido até 1º de abril de 2027. O avião tinha capacidade para até cinco passageiros, além do piloto, e seguia regras de uso privado, sem autorização para transporte comercial.
De acordo com os registros, o avião não possuía autorização para operação de táxi aéreo nem para serviços aéreos especializados ou instrução, sob RBAC 135, RBAC 121 ou RBAC 141. Mantinha-se classificado para uso privado.
Investigação em andamento
A FAB, por meio do CENIPA, investiga a queda. O SERIPA III já foi acionado para auxiliar nas etapas iniciais da apuração, incluindo coleta de dados, preservação de elementos e levantamento de informações relevantes.
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