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Especialista explica método do golpe do Pix falso e como se proteger

Especialista detalha golpe do Pix falso: transferência propositalmente errada, devolução por terceiros e risco de acusações; reforça uso de canais oficiais.

A tela de um celular introduz o Pix, novo serviço de pagamento do Brasil.
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  • Golpista faz transferência via Pix errada de propósito para deixar a vítima desconfortável e estimular a devolução do valor.
  • Ao pedir a devolução, o dinheiro pode ir para conta de terceiros ou ser enviado por meio de QR code, dificultando a recuperação.
  • Especialista indica usar os mecanismos oficiais do banco, como o Mecanismo Especial de Devolução (MED), para evitar direcionamento do valor para outras contas.
  • Sem uso adequado das medidas, a vítima pode perder o dinheiro remetido pelo golpe e o valor devolvido para terceiros, gerando prejuízo adicional.
  • O alerta é agir com cautela, seguindo os canais oficiais do banco e não aceitar devoluções para contas não verificadas.

O golpe do Pix falso foi explicado por Flávio D’Urso, especialista em crimes digitais, durante o programa Conexão Record News. O golpe envolve uma transferência via Pix feita de propósito errada para deixar a vítima desconfortável e incentivar a devolução. O objetivo é pressionar o retorno do dinheiro.

A tática usa uma quantia pequena, uma chave de transferência e um canal de contato com a vítima. O golpista solicita a devolução do valor por meio de uma conta de terceiro, outra chave Pix ou até um QR code, conforme o método adotado. O golpe se baseia na pressão psicológica após a suposta falha no Pix.

Como funciona o golpe

Segundo D’Urso, o pagamento inicia com uma transferência incorreta, criando a sensação de erro. Em seguida, a vítima é contatada para restituir o valor, gerando urgência. O uso de terceiros dificulta rastreamento e facilita a materialização do golpe.

Para evitar danos, o especialista orienta a utilizar os canais oficiais do banco para devoluções. O risco é que a vítima acabe com o dinheiro devolvido para uma terceira parte ou seja acusada de fraude pelo uso indevido do MED (Mecanismo Especial de Devolução).

Medidas de proteção

Além de manter a comunicação apenas pelos canais oficiais, é fundamental verificar dados da transação antes de qualquer devolução. Desconfiar de solicitações de devolução para terceiros ou por meio de QR code reduz o risco de golpe. A prevenção depende de pequenas checagens.

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