- O bilionário Ken Griffin comprou uma segunda cópia rara da primeira impressão da Constituição dos EUA, totalizando duas cópias privadas.
- A primeira aquisição, em 2021, foi por US$ 43,2 milhões na Sotheby’s; o preço da nova compra não foi divulgado.
- A peça recente, conhecida como cópia Van Sinderen, será exibida publicamente a partir de 27 de maio no South Street Seaport Museum, em Nova York.
- A mostra “The Promise of Liberty” reúne outros textos fundadores, incluindo uma primeira impressão da Declaração de Direitos e o esboço do discurso “I Have a Dream”.
- A exibição acontece à proximidade das celebrações dos 250 anos da independência dos EUA, com eventos como uma flotilha de até quase 100 navios em Nova York.
Ken Griffin adquire segunda cópia rara da Constituição dos EUA
Um bilionário colecionador adquiriu silenciosamente uma segunda primeira edição da Constituição dos Estados Unidos, aumentando para duas as cópias privadas em sua posse. A informação foi confirmada pelo New York Times.
Ken Griffin, fundador da Citadel, já havia comprado em 2021 uma cópia de 1787 por 43,2 milhões de dólares, em ответ a uma disputa com o grupo criptocurioso ConstitutionDAO. O novo exemplar é conhecido como cópia Van Sinderen.
A primeira edição privada da Constituição permanece sob a guarda de Griffin, enquanto a segunda adquirida recentemente aparecerá em exposição pública. A peça será mostrada a partir de 27 de maio no South Street Seaport Museum, em Nova York.
A mostra coincide com a preparação para as celebrações do 250º aniversário de independência do país. O evento contará com uma programação ampliada, incluindo a exibição de textos fundacionais e uma montagem de artefatos históricos.
A exposição, intitulada The Promise of Liberty, reunirá textos adicionais, desde uma primeira edição da Declaração de Direitos até um rascunho do discurso I Have a Dream de Martin Luther King Jr., segundo a organização do museu.
O museu iniciou a divulgação de atividades ligadas ao aniversário, com planos de uma flotilha de quase 100 veleiros e navios para chegar ao Porto de Nova York no dia 4 de julho, ampliando o enfoque histórico da data.
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