- A polícia prendeu nesta quarta-feira, 6, o suspeito de ser o líder da “gangue das bikes” em um apartamento usado como base para receptação e desbloqueio de celulares roubados ou furtados.
- O imóvel fica na Rua dos Andradas, a poucos metros da Academia da Polícia Civil e do Palácio da Polícia, ambos no centro de São Paulo.
- Cinco adultos foram presos e adolescentes apreendidos; o local é considerado uma central de receptação e desbloqueio de aparelhos.
- Investigações indicam uso de ferramentas como vipras de corte, pedras ou cotovelos para quebrar vidros, com apoio de cúmplices em áreas mais altas para indicar veículos com dispositivos aparente.
- As vítimas incluem pessoas famosas e políticos; relatos mencionam ainda danos a um dedo durante o assalto e a interrupção de atividades de um motorista de aplicativo.
Um homem apontado como líder da chamada gangue das bikes foi preso nesta quarta-feira, 6. Ele estava em um apartamento considerado a base de um esquema de receptação e desbloqueio de aparelhos roubados ou furtados. O imóvel fica na Rua dos Andradas, no centro de São Paulo.
A operação resultou na detenção de cinco adultos e na apreensão de adolescentes. O edifício, de nove andares, foi identificado pela polícia como ponto central da atividades criminosas ligadas ao desbloqueio de celulares usados para fraudes.
A investigação aponta que o grupo utilizava ferramentas simples para quebrar vidros de veículos, recorrendo a ferramentas cortantes, objetos pontiagudos, pedras e até o cotovelo para abrir acessos. Informações de comparsas em áreas elevadas ajudavam a localizar celulares dentro dos carros.
Local de atuação e impactos
Entre as vítimas da gangue, há profissionais de diversas áreas, incluindo uma médica veterinária que precisou passar por cirurgia após ter o dedo ferido durante o assalto. Também houve relato de um autônomo que abandonou a atividade de motorista de aplicativo após ver uma passageira ser vítima do grupo.
A operação apreendeu celulares, computadores e bicicletas usados pelo bando. As informações foram divulgadas pela SSP, que coordenou a ação para desmontar a base operante da organização no centro de SP.
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