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Marca júri de casal por matar mulher e sequestrar bebê em Sapucaia do Sul

Júri de casal acusado de matar Vitória da Silva e sequestrar bebê é marcado para 4 de agosto em Sapucaia do Sul; oitivas com oito testemunhas devem ocorrer

Polícia Civil/Reprodução / Porto Alegre 24 horas
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  • O júri do casal acusado de matar Vitória da Silva Saliba Rodrigues e sequestrar o bebê foi marcado para o dia 4 de agosto, às 9h, em Sapucaia do Sul.
  • O crime ocorreu entre a noite de 28 e a madrugada de 29 de janeiro de 2024, no bairro Ipiranga, na Região Metropolitana de Porto Alegre.
  • Os dois réus, de 28 e 50 anos, respondem por homicídio qualificado, sequestro qualificado contra menor de idade e tentativa de registrar a criança como própria; o julgamento deve ouvir oito testemunhas.
  • Vitória foi morta por asfixia mecânica com o cinto de segurança do carro; o bebê foi retirado da cena e encontrado quatro dias depois com o casal, que tentou registrá-lo como filho.
  • O bebê foi resgatado no dia 3 de fevereiro de 2024 e devolvido ao pai e aos avós maternos.

O júri do casal acusado de matar Vitória da Silva Saliba Rodrigues e sequestrar o filho dela foi marcado para o dia 4 de agosto, às 9h, em Sapucaia do Sul, região metropolitana de Porto Alegre. O crime ocorreu em janeiro de 2024, e os dois réus permanecem presos.

Segundo o processo, o julgamento contará com a oitiva de oito testemunhas, entre acusação e defesa, além do interrogatório dos acusados. O homem tem 28 anos e a mulher, 50.

Eles respondem por homicídio qualificado, sequestro qualificado contra menor de idade e tentativa de registrar o filho de outra pessoa como próprio.

De acordo com o Ministério Público, Vitória foi morta por asfixia mecânica e o corpo encontrado em local afastado, parcialmente coberto por galhos. O bebê foi localizado quatro dias depois com o casal, que tentou registrá-lo como filho em cartório, sem sucesso, o que levantou suspeitas.

As investigações apontam que o crime ocorreu entre a noite de 28 e a madrugada de 29 de janeiro de 2024, no bairro Ipiranga. A vítima mantinha relacionamento com um dos acusados e acreditava que a mulher envolvida fosse mãe dele, quando, na verdade, era sua esposa. A motivação seria ficar com a criança.

Na noite do crime, Vitória foi convidada a conhecer familiares dos réus, foi levada a um local com pouca circulação de pessoas, onde foi agredida e morta. Após o assassinato, o corpo foi abandonado e o bebê levado pelo casal, que chegou a apresentá-lo como filho para familiares.

A criança foi resgatada no dia 3 de fevereiro de 2024 e entregue ao pai e aos avós maternos.

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