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Dian Suci vence o Prêmio Max Mara de Arte para Mulheres 2025–27

Dian Suci vence o Prêmio Max Mara Art Prize for Women 2025–27, com residência de seis meses na Itália e exposições no Museum MACAN e Collezione Maramotti

Dian Suci
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  • Dian Suci, artista nascida na Indonésia, foi premiada com o Max Mara Art Prize for Women para 2025–27.
  • O prêmio oferece uma residência de seis meses na Itália, vinculada ao projeto vencedor, com atividades de pesquisa e produção.
  • A residência culminará em exposições solo no Museum MACAN, em Jacarta, e na Collezione Maramotti, em Reggio Emilia, que adquirirá as novas obras.
  • O projeto vencedor, intitulado “Crafting Spirit: Cultural Dialogues in Heritage and Practice”, aborda tradições espirituais na Itália e na Indonésia por meio de práticas artesanais.
  • A vencedora ficará em cidades italianas como Assis, Umbria, Roma, Lecce e Florença, explorando como a confecção de objetos votivos e imagens religiosas se manifesta na cultura contemporânea como resistência.

Dian Suci ganhou o Max Mara Art Prize for Women 2025–27, divulgado hoje. A cerimônia ocorreu durante a abertura da Bienal de Veneza, com a curadora Cecilia Alemani à frente do júri e a participação de representantes do MACAN, da Collezione Maramotti e da família fundadora da Max Mara.

O prêmio concede uma residência itinerante de seis meses na Itália, adaptada ao projeto vencedor. Ao final, Suci realizarão exposições individuais no Museum MACAN, em Jacarta, e na Collezione Maramotti, em Reggio Emilia, que também adquirirá as obras.

A obra de Suci transita entre instalação, pintura, escultura e vídeo, explorando a relação entre experiência doméstica e poder estatal. O projeto, intitulado Crafting Spirit: Cultural Dialogues in Heritage and Practice, investiga tradições espirituais na Itália e na Indonésia manifestadas em práticas artesanais.

Detalhes do projeto e residências

Durante as estadias na Itália, em Assis, Umbria, Roma, Lecce e Florença, a pesquisadora examina como a confecção de objetos votivos e imagens religiosas funciona na cultura contemporânea como forma de resiliência.

A proposta de Suci nasce de relatos de corpo e memória na vida de mulheres artesãs, cujas práticas ficam entre devoção e sobrevivência, segundo a leitura da curadora. Alemani destacou a relação entre cotidiano doméstico e resistência política.

A opinião de Alemani reforça que o trabalho da artista transforma o cotidiano em expressão de resistência, alinhando-se ao tema central do prêmio, que passa pela cena artística da Indonésia na edição atual.

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