Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Arquivo de IA do Google Chrome pode consumir muita memória do PC

Chrome traz Gemini Nano, IA on-device de ~4 GB, instalada sem pedir permissão; pode ser removida automaticamente por falta de espaço e desativada pelos usuários

Pessoa mexendo no computador com o Google Chrome
0:00
Carregando...
0:00
  • Chrome pode instalar um arquivo de about 4 GB no disco local, chamado Gemini Nano, que funciona como modelo de IA no dispositivo.
  • A acusação sugere que esse arquivo não pode ser excluído do computador.
  • O Google afirmou que o software acompanha o navegador desde 2024 e é desinstalado se o armazenamento ficar cheio.
  • Também informou que é possível deletar os arquivos e interromper o funcionamento da IA, deixando recursos dependentes indisponíveis.
  • As funções ligadas a esse modelo incluem redação de textos, alertas de golpes, resumo de páginas e organização de abas; desde fevereiro há opção de desativar/remover o modelo nas configurações do Chrome.

Um site especializado em tecnologia afirmou nesta semana que o navegador Google Chrome instala no disco rígido, sem pedir permissão, um arquivo de cerca de 4 GB. O arquivo abriga o Gemini Nano, um modelo de aprendizado de máquina da Google. A acusação sustenta que não é possível excluir o documento.

Segundo a reportagem, o arquivo funciona junto com o navegador desde 2024 e atua para melhorar recursos de segurança, como detecção de golpes, além de facilitar funções de IA no navegador. A publicação também afirma que o arquivo não pode ser removido pelos usuários.

Questionada pela CNN Brasil, a Google explicou que o software é on-device, ou seja, processa dados localmente sem envio para a nuvem, e que o modelo é desinstalado se o espaço de armazenamento ficar baixo. A empresa informou que é possível deletar os arquivos manualmente.

A Google afirmou ainda que, ao desativar o Gemini Nano, recursos que dependem dele ficam indisponíveis, sem impactar o funcionamento básico do Chrome. O objetivo é oferecer proteção adicional sem comprometer o desempenho do navegador.

A empresa detalhou que o Gemini Nano foi lançado em 2024 para ampliar funcionalidades locais, como redigir e reformular textos, alertar sobre golpes e resumir páginas. Também há APIs voltadas a desenvolvedores que utilizam o recurso no navegador.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais