- Eduardo Magrini, conhecido como “Diabo Loiro”, é apontado como líder do esquema e ex-padrasto de MC Ryan; ele é alvo de operação da Polícia Civil e do Ministério Público de São Paulo para desarticular grupo que lavava dinheiro do PCC por meio de empresas de transporte e rodeios.
- a operação busca desarticular o grupo criminoso que movimentaria recursos do Primeiro Comando da Capital, segundo as autoridades.
- Magrini já passava por investigação recente de branqueamento de ativos milionários da facção PCC; defesa da vítima não foi localizada até o momento.
- Magrini já foi preso em outubro do ano passado pelo Gaeco, por suspeita de envolvimento em plano do PCC para assassinar o promotor Amauri Silveira Filho.
- o investigado possui histórico policial, incluindo uma prisão em 2012 por tráfico de drogas em Bom Jesus dos Perdões, interior de São Paulo; no passado, teria participação em ataques contra forças de segurança, como a sede do Deic, em 2006.
Eduardo Magrini, conhecido como Diabo Loiro, foi alvo de uma operação conjunta da Polícia Civil e do Ministério Público de São Paulo nesta sexta-feira (8). O objetivo é desarticular um grupo que, segundo as autoridades, lavava dinheiro relacionado ao PCC por meio de empresas de transporte e de rodeios. Magrini é apontado como líder do esquema e ex-padrasto do funkeiro MC Ryan.
A ação ocorre em meio a investigações anteriores que envolveram o próprio Magrini. Em outubro do ano passado, ele já havia sido preso em operação do Gaeco, braço do Ministério Público, por suspeita de participação em um plano do PCC para assassinar um promotor de Justiça. A Polícia Civil não confirmou detalhes sigilosos do caso.
De acordo com o Ministério Público, Magrini possui histórico policial que remonta a 2012, quando foi preso por tráfico de drogas em Bom Jesus dos Perdões, interior de São Paulo. A apuração também indica envolvimento em ataques contra as forças de segurança, incluíndo atentados à sede do Deic em 2006.
Antes da prisão, Magrini mantinha presença nas redes sociais como influenciador digital, com cerca de 105 mil seguidores. Lá, compartilhava imagens de viagens, rodeios e carros de luxo, mantendo a imagem de produtor rural.
Contexto da operação
A ação desta sexta envolve apurações sobre lavagem de dinheiro da facção, com o uso de empresas de transporte e de espetáculos de rodeio para ocultar recursos Ilícitos. As investigações continuam e a defesa de Magrini não tinha sido localizada para comentar até a publicação.
Fatos em andamento
As autoridades não divulgaram, até o momento, balanços oficiais sobre prisões adicionais ou apreensões, nem detalhes do eventual envolvimento de outras pessoas no esquema. O Ministério Público ressaltou a continuidade das ações para desarticular o fluxo financeiro do grupo criminoso.
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