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Passageira é retirada de voo da Latam por confusão com carrinho de bebê

Polícia Federal removeu mãe e bebê de voo da Latam após conflito sobre carrinho de bebê; atraso de dezoito minutos e realocação gratuita para outro voo

Caso ocorreu na última segunda-feira (4) no Aeroporto de Congonhas
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  • A advogada Viviane Carvalho Souza Araújo viajava com o filho de 1 ano em um voo da Latam de Congonhas, São Paulo, para Brasília, com um carrinho de bebê dobrável permitido na cabine e duas bolsas.
  • Na entrada da aeronave, a chefe dos comissários informou que o carrinho deveria ser despachado, e a passageira pediu ajuda para guardá-lo no bagageiro por falta de assistência.
  • A funcionária afirmou que não poderia ajudar, houve troca ríspida de palavras e a passageira pediu para falar com o responsável, momento em que foi acusada de desrespeito pela comissária.
  • A Polícia Federal foi acionada e retirou a mãe e o filho do avião; Viviane registrou boletim de ocorrência no 2º Deatur Congonhas e disse ter se sentido muito humilhada diante do garoto.
  • A Latam informou que houve discordância sobre as normas de segurança para acomodação do carrinho, que a passageira foi realocada gratuitamente para o voo LA3004 da mesma rota, e que o atraso do LA3203 foi de 18 minutos.

A advogada Viviane Carvalho Souza Araújo relata ter sido retirada de um voo da Latam no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, após ter tentado embarcar com o carrinho de bebê do filho de 1 ano. O episódio ocorreu na manhã de segunda-feira (4), durante o embarque do voo de São Paulo para Brasília.

Viviane viajava sozinha, com o bebê no colo, o carrinho dobrável permitido em cabines e duas bolsas. Ao chegar ao embarque, a chefe dos comissários informou que o carrinho deveria ser despachado do lado de fora. A advogada pediu apoio para acomodar o item na cabine, por não ter ajuda disponível.

Segundo o relato, a funcionária alegou não poder ajudar e repetiu a orientação da empresa. A conversa escalou e houve uma acusação de desrespeito por parte da comissária de bordo, conforme o depoimento da passageira. O tom da comunicação foi descrito como ríspido pelos envolvidos.

Ao pedir para falar com o responsável pelo voo para registrar a reclamação, Viviane afirma ter sido avisada pela funcionária de que, se não desembarcasse, acionariam a polícia. Ela seguiu para o assento, momento em que a Polícia Federal foi chamada para retirar mãe e filho.

A advogada contou à CNN Brasil que se sentiu humilhada e injustiçada, especialmente porque o filho pequeno presenciou a situação. Um boletim de ocorrência foi registrado no 2° Distrito Policial de Congonhas por Viviane.

A Latam informou ter solicitado apoio da Polícia Federal durante o embarque do voo LA3203 (São Paulo/Congonhas–Brasília) após a discordância sobre as normas de segurança para a acomodação do carrinho. O atraso do voo foi de 18 minutos, segundo a empresa.

A Latam destacou que a passageira foi realocada gratuitamente para o voo LA3004, da mesma rota, no qual o carrinho foi transportado conforme os parâmetros de segurança. A companhia afirmou que todas as ações visam a segurança de passageiros e tripulação e que os tripulantes recebem treinamento para lidar com situações a bordo.

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