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Casal cai em golpe e recebe multas de outro estado após deixar carro em consignação

Casal que deixou carro em consignação em São Paulo vê veículo parar em Curitiba; golpe provoca multas em outro estado e pagamento parcial.

Casal cai em golpe e recebe multas de outro estado após deixar carro para venda em consignação
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  • Um casal deixou o carro para venda em consignação em uma loja de São Paulo e o veículo foi parar em Curitiba (PR).
  • O caso é investigado como apropriação indébita, com o casal recebendo multas registradas em outro estado.
  • Cristiane Zavatta monitorou a localização pelo celular ao perceber que o carro não estava mais na revendedora.
  • A loja disse ter um possível comprador e que a proposta seria enviada no dia seguinte; o pagamento combinado não foi feito e apenas metade foi paga.
  • A polícia ainda não expediu mandados; mais de trinta carros foram apreendidos e a loja foi fechada, com especialistas alertando sobre contratos vagos e promessas de lucro fácil.

Um casal teve o carro deixado para venda em consignação em uma loja de São Paulo e o veículo acabou sendo localizado em Curitiba, no Paraná. A polícia investiga o caso como apropriação indébita, uma forma de golpe que tem ganhado vítimas. A vítima Cristiane Zavatta acompanhou a localização pelo celular ao perceber que o carro não estava mais na revendedora da zona sul da capital.

Conforme relato, a loja informou que o veículo estaria com um possível comprador e que uma proposta seria enviada no dia seguinte. Os proprietários dizem ter sido enganados pela empresa, que não realizou o pagamento combinado. Em vez disso, começaram a receber multas registradas em outro estado.

A Polícia Civil não confirmou a emissão de mandados de busca e apreensão para recuperar o automóvel. Após pressão do casal, a loja efetuou apenas metade do valor acordado. O advogado Sandro Lopes afirmou que, no dia 9 de abril, o segundo pagamento não foi realizado.

Contexto e desdobramentos

Especialistas apontam sinais de risco em contratos de consignação com promessas de lucro fácil, prazos vagos e falta de clareza sobre responsabilidades. Além do caso de Cristiane, outras vítimas registraram boletins contra a mesma revendedora.

Relatos indicam que mais de 30 carros foram apreendidos e a loja foi fechada. Não houve resposta da defesa da empresa aos contatos da reportagem. A investigação continua para apurar a responsabilidade e tentar a recuperação dos bens.

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