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Desaparecimento de crianças completa 4 meses sem respostas

Caso das duas crianças completa quatro meses sem respostas; autoridades mantêm investigação e buscas seguem sem localizar os irmãos

Desde o desaparecimento, em 4 de janeiro, mais de 500 pessoas atuaram na operação, que reúne forças estaduais, a Prefeitura de Bacabal, o Exército Brasileiro e a Marinha do Brasil
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  • Irmãos Ágatha Isabelly, 6 anos, e Allan Michael, 4, desaparecidos há quatro meses após saírem para brincar no quilombo São Sebastião dos Pretos, em Bacabal (MA).
  • A força-tarefa Operação Bacabal mobilizou nove equipes, com buscas terrestre, aérea e aquática, incluindo uso de helicópteros, drones e equipamentos subaquáticos.
  • Linhas de investigação incluem tráfico humano, sequestro, ataque de animal e afogamento; até o momento não há evidências definitivas.
  • Anderson Kauã, primo das crianças, foi encontrado com vida; ele ajudou nas buscas e indicou caminho até a área próxima ao Rio Mearim.
  • O governo do Maranhão diz que o inquérito segue em andamento, com uma comissão especial de investigação, e que todas as informações são checadas.

O desaparecimento de Ágatha Isabelly, 6 anos, e Allan Michael, 4, completa quatro meses sem respostas. Os irmãos sumiram na comunidade quilombola São Sebastião dos Pretos, em Bacabal (MA), após saírem para brincar. A investigação envolve a força-tarefa Operação Bacabal, que teve início nos primeiros dias.

Equipes trabalham com frentes terrestres, aéreas e aquáticas. Helicópteros, drones com sensores térmicos, cães farejadores e equipamentos de mapeamento subaquático percorreram 19 km do leito do Rio Mearim. A busca reuniu nove grupos simultâneos, com apoio da população local, porém não há vestígios confirmados.

Segundo a SSP-MA, a área é extensa e de difícil acesso, com mata fechada, lagos e trilhas. A operação segue sem apontar circunstâncias ou responsáveis, conforme informado pela Secretaria de Segurança Pública do estado. A família cobra respostas com rapidez e precisão.

Linha do tempo do caso

  • 4 jan: Ágatha, Allan e o primo Anderson somem ao brincar no quilombo.
  • 5 jan: mãe, padrasto e avó prestam depoimento na Delegacia de Bacabal.
  • 7 jan: Anderson é encontrado vivo e levado ao hospital.
  • 11 jan: roupas são encontradas; autoridades dizem que não pertencem às crianças.
  • 13 jan: governo informa que Anderson não sofreu violência sexual.
  • 20 jan: Anderson recebe alta e ajuda nas buscas, apontando o caminho até uma cabana próxima ao Rio Mearim.
  • 24 jan: Polícia Civil de SP investiga avistamento em hotel na zona central da capital.
  • 26 jan: polícia paulista confirma que não são as crianças.
  • 28 jan: secretário de Segurança reforça verificação de informações e mantém linha de investigação na mata.

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