- A advogada de Elize Matsunaga afirmou detalhes sobre a filha do casal e se houve reencontro desde o regime aberto.
- A filha tinha um ano na época do crime; hoje é criada pelos avós paternos, com risco de ser levada para o Japão ou a Inglaterra.
- Segundo a advogada, o documentário busca apresentar a versão da mãe e deixar registrado para que a menina, no futuro, tenha acesso à história.
- Ela informou que, desde a confissão, não houve contato entre Elize Matsunaga e a filha; a menina vai completar 15 anos em breve.
- Há possibilidade de a menina, quando adulta, ter curiosidade de conhecer a mãe, e o material do documentário seria pensado para facilitar esse eventual encontro, com versão em várias línguas.
A advogada de Elize Matsunaga revelou detalhes sobre a filha do casal e sobre o que envolve o possível reencontro desde que Elize passou ao regime aberto. A discussão ocorreu em entrevista à imprensa, com foco no documentário que a defesa planeja apresentar.
Juliana Fincatti explicou que a filha, na época do crime, tinha um ano. A criança permanece sob a guarda dos avós paternos, que possuem condições financeiras fortes, e há o temor de que ela seja levada para o exterior. A advogada destacou o objetivo do material: apresentar a versão da mãe com credibilidade.
Segundo a defesa, a confissão de Elize não visava reduzir a pena, mas permitir que a filha conheça, por meio do documentário, o que ocorreu e quem foi o pai. A ideia é que a menina, hoje adolescente, tenha acesso a informações para formar seu próprio entendimento.
A advogada comentou ainda sobre a possibilidade de contato futuro entre Elize e a filha. Embora haja distância entre elas, a equipe jurídica não descarta a curiosidade natural de conhecer a origem. O material também seria lançado em várias línguas para alcance internacional.
Elize Matsunaga cumpre regime aberto desde 2022 após condenação por homicídio qualificado de Marcos Matsunaga, em 2012. A vida pública da trabalhadora permanece discreta, com a única entrevista concedida justamente para o documentário produzido pela própria defesa.
O caso envolve ainda relatos sobre como a filha ficou sabendo da história ao completar 11 anos, quando descobriu que Marcos era seu pai. O episódio é citado pela biografia de Elize para contextualizar o vínculo familiar e o impacto psicológico para a criança.
Entre na conversa da comunidade