- A atriz gaúcha Mariana Rosa viralizou com vídeos que relatam violência psicológica contra mulheres, apresentando facetas como “burra”, “puta” e “louca” para mostrar técnicas de manipulação.
- Os relatos mesclam humor e dor, com cenas que simulam marcas de violência no rosto e relatos reais de mulheres que gravaram mensagens para ela.
- O conteúdo fez o total de seguidores crescer de 18 mil para 371 mil, e a peça ganhará temporada no Teatro Estúdio, em São Paulo, entre 28 de maio e 18 de junho, com o monólogo Quando Eu Era Mulher.
- Mariana destaca que a violência psicológica pode ser porta de entrada para o feminicídio e relembra experiências próprias aos 17 anos, além da influência da mãe na forma de encarar relacionamentos.
- Ela destaca responsabilidade de atuar como aliada e incentiva buscar ajuda, citando canais como Polícia Militar (190) e a Central de Atendimento à Mulher (Ligue 180).
Mariana Rosa viraliza com vídeos que relatam violência psicológica contra mulheres, usando ironia para expor como homens abafam, controlam e humilham. Em cada episódio, a atriz gaúcha encarna traços como a “burra”, “puta” e “louca”, para mostrar as formas sutis de destruir uma mulher.
Os relatos são baseados em vivências reais, de amigas, seguidoras ou de experiências da própria criadora. O conteúdo ganhou tração desde março, elevando seus seguidores de 18 mil para 371 mil e atraindo nomes da televisão e do casting nacional.
A série inspira uma temporada teatral em São Paulo, entre 28 de maio e 18 de junho, no Teatro Estúdio. O monólogo Quando Eu Era Mulher reúne vozes femininas marcadas pela violência em diferentes esferas, familiar, profissional e afetiva.
A violência psicológica e o alcance do projeto
Mariana afirma que a violência de gênero é tema sensível e que a série visa alertar e orientar semromper com o silêncio. Ela relata experiências pessoais aos 17 anos e ressalta a influência de gerações anteriores na compreensão de relacionamentos.
A atriz reforça que a abordagem não é apenas denúncia, mas denúncia com orientação prática para quem vive ou já viveu abuso. Ela recebe mensagens de mulheres que compartilham violências vividas, fortalecendo a rede de apoio criada em torno do projeto.
Caso haja necessidade de ajuda, autoridades devem ser acionadas; o 190 atende emergências. A Central de Atendimento à Mulher do 180 oferece orientação gratuita e confidencial 24 horas. Redes de acolhimento e delegacias da mulher também estão disponíveis.
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