- Em 2025, o Jornal Nacional teve média de 22,1 pontos, frente aos 22,8 pontos de 2024.
- César Tralli substituiu William Bonner há seis meses; a média com Tralli e Renata Vasconcellos ficou em 21,5 pontos.
- No fim do ciclo com Bonner houve edições com 26 a 28 pontos; nas últimas semanas, há viés de alta, com marcas próximas a 26 pontos.
- Não houve queda nem explosão de audiência com a troca; há expectativa de crescimento em junho e julho com a Copa do Mundo e, a partir de agosto, com as campanhas da Presidência.
- Mesmo com desempenho menor do que há dez anos, o telejornal continua líder, enquanto a concorrência registra médias mais baixas (Record 6–8, SBT 3–4, Band 3–4).
O Jornal Nacional completou seis meses desde a troca de âncoras, com César Tralli substituindo William Bonner ao lado de Renata Vasconcellos. O telejornal permanece na bancada mais marcante do país, em meio a avaliações sobre impacto na audiência.
Em 2025, o JN registrou média de 22,1 pontos, frente a 22,8 do ano anterior. Na reta final da gestão de Bonner, houve edições com 26, 27 e 28 pontos. Com Tralli e Vasconcellos, a média caiu para 21,5 pontos nesse período.
Há fatores sazonais que influenciam o número de televisores ligados, como festas de fim de ano e as férias de janeiro. Mesmo assim, vem sendo observado um viés de alta nas últimas semanas, com edições chegando a 26 pontos.
Cenário atual e projeções
A mudança de apresentadores não alterou a liderança do telejornal, nem afastou o público, segundo dados de aferição. Analistas apontam potencial crescimento de público em junho e julho, com a Copa do Mundo de futebol.
Além disso, a cobertura da campanha presidencial a partir de agosto é visto como possível atrativo para telespectadores. Em comparação com outros jornais, o JN segue com vantagem expressiva sobre a concorrência, que registra médias bem inferiores.
- Jornal da Record: 6 a 8 pontos
- SBT Brasil: 3 a 4 pontos
- Jornal da Band: 3 a 4 pontos
Foto: Divulgação/TV Globo
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