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Protesto de ambulantes fecha terminal de ônibus na Lagoa, João Pessoa

Protesto de ambulantes fecha o terminal da Lagoa, em João Pessoa, e afeta a circulação de ônibus, com secretarias discutindo regularização do comércio informal

Portal Correio
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  • Ambulantes participaram de protesto no terminal do Parque da Lagoa, no Centro de João Pessoa, bloqueando a circulação de ônibus no fim da manhã de segunda-feira.
  • O grupo utilizou pedaços de árvore e outros objetos para impedir a passagem dos coletivos, afetando o trânsito da região.
  • O secretário de Segurança Urbana e Cidadania, João Almeida, esteve no local para negociar o fim do protesto e facilitar uma reunião entre Semob-JP, Sedurb e outras pastas.
  • A expectativa é chegar a um acordo para regularizar a atuação dos ambulantes, beneficiando população, calçadas e os próprios trabalhadores.
  • Os ambulantes reclamam de falta de diálogo com a gestão municipal e afirmam sofrer apreensão de mercadorias ao tentar trabalhar na Lagoa.

O terminal de ônibus do Parque da Lagoa, no Centro de João Pessoa, ficou parcialmente interditado nesta segunda-feira, fim da manhã. Um protesto de ambulantes bloqueou a passagem de coletivos e interrompeu parte da circulação na região. A mobilização ocorreu devido a apreensões frequentes de mercadorias pela prefeitura.

Os manifestantes usaram pedaços de madeira e outros objetos para obstruir o acesso aos ônibus. Com o bloqueio, motoristas buscaram rotas alternativas, e o tráfego local ficou comprometido por parte da manhã.

O secretário de Segurança Urbana e Cidadania de João Pessoa (Semusb), João Almeida, esteve no local para negociar o fim da manifestação. Ele informou que haverá reunião entre a Semob-JP, a Sedurb e outras pastas para buscar um acordo que regulamente a atuação dos ambulantes na Lagoa.

Os ambulantes afirmam que não houve diálogo adequado e reclamam de ações administrativas que, segundo eles, impedem o trabalho no entorno da Lagoa. Um vendedor, que comercializa água e pipoca, disse que opera há nove anos e que a demanda existe, mas as fiscalizações dificultam a atividade.

Enquanto as negociações vão ocorrer, a prefeitura reiterou a necessidade de organizar o comércio informal para beneficiar moradores, visitantes e os próprios ambulantes, com regras que permitam a atividade sem prejudicar a circulação de pedestres.

Fonte: Portal Correio.

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