- Júri do réu João Paulo Teixeira da Silva por assassinato e esquartejamento de Thalita Marques Berquó ocorre nesta quinta-feira, 14 de maio, às 8h30, no Fórum do Guará; o acusado está preso no Complexo Penitenciário da Papuda.
- Thalita foi morta em janeiro de 2025; partes do corpo foram localizadas em janeiro e o tronco em março, com os braços não encontrados; três suspeitos estavam envolvidos no crime.
- Em março, o julgamento foi anulados após a defesa do réu abandonar o caso; ele também responde a uma tentativa de homicídio ocorrida em dezembro de 2024.
- Segundo as investigações, a vítima foi esfaqueada e golpeada com uma pedra durante desentendimento relacionado a celular, após sair de uma região para comprar entorpecentes.
- Dos três envolvidos, um adolescente está internado em unidade socioeducativa e o outro cumpre medida em regime de semiliberdade desde outubro do ano passado.
O júri do réu por matar e esquartejar Thalita Marques Berquó está marcado para esta quinta-feira, às 8h30, no Fórum do Guará. João Paulo Teixeira da Silva permanece preso no Complexo Penitenciário da Papuda. A defesa terá apoio de familiares da vítima presentes no andamento.
A decisão ocorre após o adiamento do julgamento em março, quando a advogada do réu abandonou a defesa. Naquele mês, João Paulo foi a júri por uma tentativa de homicídio ocorrida em 2 de dezembro de 2024, vinculada a uma briga por R$ 10. O crime antecedeu, por cerca de um mês, a morte de Thalita.
Em janeiro do ano anterior, Thalita foi assassinada. Além de João Paulo, dois adolescentes participaram do crime. Partes do corpo da vítima foram localizadas em janeiro na Estação de Tratamento de Esgoto da Caesb, na Asa Sul. O tronco foi achado em março, após um dos adolescentes indicar o local do enterro.
Detalhes do caso
Equipes do Corpo de Bombeiros trabalharam por mais de seis horas na escavação do local indicado. Os braços de Thalita não foram localizados. Segundo a Polícia Civil do DF, Thalita teria saído de uma área da QE 46 para comprar entorpecentes, entregando o celular como pagamento. Ao pedir o aparelho de volta, houve desentendimento com os suspeitos, que teriam esfaqueado a vítima e a golpeado com uma pedra antes do esquartejamento.
Os três suspeitos foram presos pela Polícia Civil do Distrito Federal. Um dos adolescentes segue internado em unidade socioeducativa, enquanto o outro cumpre medida em regime de semiliberdade desde outubro do ano passado.
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