- Explosão no Jaguaré, em São Paulo, ocorreu devido a obra da Sabesp que atingiu uma tubulação de gás; apartamento que ficava na frente ficou destruído.
- Ao menos um homem morreu, e outras três pessoas ficaram feridas; 160 moradores ficaram desalojados e 46 residências foram afetadas.
- O apartamento de Lúcia Midori Kajino, advogada de 37 anos, foi destruído; ela não estava no imóvel no momento.
- Ela soube da explosão enquanto seguia para o acesso a São Paulo, após receber telefonemas da família e de vizinhos que acompanharam a situação.
- Segundo Lúcia, o bloco foi o mais atingado e há indícios de danos como monitores, coifa, espelhos e armários; ela pretende retornar ao apartamento para avaliar os estragos.
O acidente aconteceu na região do Jaguaré, na zona oeste de São Paulo, na última segunda-feira (11). Uma explosão, provocada por uma obra da Sabesp que atingiu uma tubulação de gás, destruiu um conjunto de imóveis e causou uma série de desdobramentos na área. Um homem morreu, e outras três pessoas ficaram feridas. Ao todo, 160 moradores ficaram desalojados e 46 residências foram afetadas, segundo a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo. O apartamento da advogada Lúcia Midori Kajino, moradora de Botucatu, estava de frente para o local da explosão.
Lúcia estava a caminho de São Paulo, vindo de Botucatu, quando tomou conhecimento do ocorrido. Ela relatou à reportagem que soube do problema pela família ainda na rodoviária e viu imagens que mostravam o prédio atingido. Mesmo sem estar no imóvel, ela já tem percepção de que o estrago foi intenso, com janelas destruídas e parte da frente comprometida.
A advogada descreveu a contenção da situação pelas equipes de perícia e pelo Corpo de Bombeiros, que interditaram a região e evitaram novas vítimas. O zelador do prédio informou que o bloco onde fica o apartamento foi o mais atingado, com circulação de Bombeiros e polícia para avaliação. A moradora pretende retornar ao imóvel apenas quando a perícia permitir e as condições de segurança permitirem.
Desfecho e impacto na família
A moradora de Botucatu expressou preocupação com as famílias da região e com os prejuízos, além do temor pela própria filha, que ainda não foi informada sobre o ocorrido. O apartamento de Lúcia era de frente com o local da explosão, o que aumenta a expectativa sobre o tamanho dos danos, incluindo itens como monitores, coifas, espelhos e armários.
A mãe da advogada tentou acalmar a família, mantendo contato com vizinhos e zelador para acompanhar a evolução da situação. Enquanto não há confirmação sobre o restabelecimento do imóvel, as autoridades seguem apurando as causas técnicas da explosão e os desdobramentos para os moradores da região.
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