- O Ministério Público de Santa Catarina pediu o arquivamento do caso da morte do cão Orelha, ocorrida em janeiro na Praia Brava, em Florianópolis.
- A exumação indicou que Orelha ficou debilitado por uma condição preexistente, sem relação com maus-tratos.
- A análise das imagens de câmeras de segurança pela 10ª Promotoria de Justiça da Capital mostrou que os suspeitos e Orelha não estavam juntos durante a suposta agressão.
- O MP afirmou que a morte ocorreu por eutanásia e que a condição pré-existente pode ter levado ao estado debilitado.
- A manifestação, de 170 páginas, foi assinada por três promotorias e protocolada na Vara da Infância e Juventude da Capital em 12 de maio de 2026.
O Ministério Público de Santa Catarina pediu o arquivamento do caso da morte do cão Orelha, ocorrido em janeiro na Praia Brava, em Florianópolis. A defesa sustenta que a análise de câmeras de segurança mostrou que os suspeitos e Orelha não estavam juntos na suposta agressão.
Orelha era cão comunitário da região. A promotoria afirma que o animal morreu por eutanásia, após indicar uma condição preexistente que teria deixado o estado de saúde debilitado. A manifestação de 170 páginas foi protocolada na Vara da Infância e Juventude da Comarca da Capital.
O pedido de arquivamento foi apresentado na sexta-feira anterior ao dia 12 de maio de 2026, assinado por três Promotorias de Justiça. Segundo as apurações, não houve relação entre maus-tratos e o estado de Orelha durante o fato investigado.
A análise das imagens, realizada pela 10ª Promotoria de Justiça da Capital, foi apresentada como parte da avaliação sobre a participação de adolescentes na ocorrência. A decisão final dependerá do Juízo da Infância e Juventude da Capital.
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