- Justiça marcou para 25 de maio a primeira audiência do caso de Tainara Souza Santos, morta após ser atropelada e arrastada por mais de um quilômetro na Marginal Tietê, zona norte de São Paulo.
- Douglas Alves da Silva, 26, apontado como autor, está preso desde 30 de novembro; defesa afirma que a audiência é prematura.
- Na fase processual, o Tribunal de Justiça de São Paulo coleta depoimentos das partes, testemunhas e do acusado; depois, pode haver julgamento pelo júri popular.
- Vítima morreu na noite de 24 de dezembro de 2025, após quase um mês internada, tendo passado por cinco cirurgias e sofrido amputação das duas pernas abaixo do joelho.
- Família pede justiça; mãe de Tainara publicou mensagem de luto e gratidão por apoio; o crime foi registrado como feminicídio consumado.
A Justiça de São Paulo marcou para o dia 25 de maio a primeira audiência do caso de Tainara Souza Santos, 31 anos, morta após ser atropelada e arrastada por mais de 1 km na Marginal Tietê, zona Norte da capital. A informação foi confirmada à CNN Brasil pelo advogado Marcos Leal, que representa Douglas Alves da Silva, 26 anos, apontado como autor do crime. Para o defensor, a audiência é prematura.
Nesta etapa processual, o TJ-SP coleta depoimentos de todas as partes, testemunhas e do acusado. Ao final, o juiz decidirá se o caso chega a júri popular. Douglas permanece preso desde 30 de novembro no Centro de Detenção Provisória II de Guarulhos, pelos crimes que lhe são atribuídos.
Tainara faleceu na noite de 24 de dezembro, após quase um mês internada. Ela passou por cinco cirurgias, foi entubada e teve as duas pernas amputadas abaixo do joelho. A SSP-SP aponta que houve intenção de atropelar e matar a vítima.
Dinâmica do atropelamento
Vídeos obtidos pela CNN Brasil mostram a vítima caminhando com o homem pela manhã de sábado, quando, segundos depois, ocorre o atropelamento. Em seguida, o motorista arrasta a mulher pela Marginal Tietê por um trecho longo.
A defesa da família de Tainara, representada pelo advogado Wilson Zaska, acompanha o andamento do processo e afirma manter o apoio à família e a confiança na Justiça. A Secretaria de Segurança Pública confirmou a atualização do caso como feminicídio consumado após o óbito.
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