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Líderes com inteligência emocional superam máquinas, diz Goleman

Daniel Goleman afirma que líderes com inteligência emocional definem inovação, enquanto IA não possui essa habilidade humana

O psicólogo Daniel Goleman e o físico Marcelo Gleiser no palco do São Paulo Innovation Week nesta quarta-feira (13)
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  • Daniel Goleman, psicólogo e autor de Inteligência Emocional, participou do festival São Paulo Innovation Week e afirmou que os melhores líderes têm inteligência emocional e que máquinas não têm.
  • Segundo ele, habilidades humanas como empatia, autoconhecimento, autogestão e construção de relacionamentos são cruciais para liderança e inovação.
  • Goleman, que destacou a importância da inteligência emocional para persuasão, criatividade e trabalho em equipe, ressaltou que equipes são fundamentais para transformar ideias em inovação.
  • O pesquisador pediu ambientes de segurança, empatia e pertencimento, para que pessoas se expressem sem medo de ser ridicularizadas por chefes ou colegas.
  • Ele também mencionou impactos negativos da tecnologia na atenção e defendeu atenção plena e meditação; o físico Marcelo Gleiser promoveu um experimento coletivo de meditação com o público.

Daniel Goleman, psicólogo e autor de Inteligência Emocional, participou do festival São Paulo Innovation Week, nesta quarta-feira, no Arena Mercado Livre, em São Paulo. Em seu painel, afirmou que os melhores líderes possuem inteligência emocional, algo que as máquinas não têm.

O pesquisador destacou que, embora a inteligência artificial lide bem com tarefas lógicas, habilidades humanas como empatia, autoconhecimento, autogestão e construção de relacionamentos são cruciais para liderança e inovação. Ele ressaltou que equipes fortes ajudam a transformar ideias em resultados.

Segundo Goleman, é essencial criar ambientes de segurança, empatia e pertencimento, para que as pessoas se expressem livremente. Ele citou o medo de ser ridicularizado como um entrave à geração de novas ideias.

Meditação e humanidade

O físico Marcelo Gleiser concordou, chamando atenção para práticas como atenção plena. Ele sugeriu um experimento coletivo de meditação com o público presente, reforçando que o exercício de se colocar no lugar do outro é uma particularidade humana.

Gleiser enfatizou que a experiência de se unir a quem está ao lado e imaginar o mundo pela perspectiva do outro é algo que, segundo ele, a inteligência artificial não consegue replicar. Esse aspecto é apontado como distintivo da humanidade.

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