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Marinha forma as primeiras mulheres aviadoras navais

Marinha forma primeiras mulheres aviadoras navais; Monteiro e Ferreira concluem o Curso de Aperfeiçoamento de Aviação para Oficiais (CAAvO) em São Pedro da Aldeia, Rio de Janeiro

Na imagem, Helena Monteiro, uma das fuzileiras navais formadas pela Marinha do Brasil
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  • A Marinha certificou as primeiras mulheres aviadoras navais: segunda-tenente Helena de Souza Monteiro Morais e segunda-tenente Isabela Ferreira de Amorim concluíram o Curso de Aperfeiçoamento de Aviação para Oficiais em São Pedro da Aldeia, Rio de Janeiro.
  • As fuzileiras navais receberam o brevê que identifica a Aviação Naval e irão atuar em esquadrões operativos da Força Aeronaval, com funções de defesa, operações navais, busca, salvamento e proteção da Amazônia Azul.
  • O curso é considerado um dos mais exigentes da carreira naval e envolveu etapas teóricas, práticas e operacionais, incluindo navegação, voo por instrumentos, emprego de armamento, pouso a bordo e missão final.
  • A formação também teve treinamentos de sobrevivência no mar e na selva, além de avaliações fisiológicas e psicológicas, com seleção baseada em antiguidade, desempenho profissional e aptidão para voo.
  • A fase teórica ocorreu no CIAAN e a prática no 1º Esquadrão de Helicópteros de Instrução, ambas as unidades em São Pedro da Aldeia, sede da Aviação Naval brasileira.

A Marinha do Brasil certificou as primeiras mulheres aviadoras navais. A segunda-tenente Helena de Souza Monteiro Morais e a segunda-tenente Isabela Ferreira de Amorim concluíram o Curso de Aperfeiçoamento de Aviação para Oficiais, em São Pedro da Aldeia (RJ), anunciado pela Agência Marinha de Notícias em 12 de maio de 2026.

As novas fuzileiras navais já receberam o brevê que identifica a Aviação Naval e passam a integrar esquadrões operativos da Força Aeronaval. A certificação representa avanço significativo na presença feminina em áreas operacionais da instituição.

O curso, considerado entre os mais exigentes da carreira naval, combinou teoria, prática e operação. Dividiu-se em navegação, voo por instrumentos, emprego de armamento, pouso a bordo e missão operativa final, com treinamentos de sobrevivência e avaliações físicas e psicológicas.

Trajetória de formação

A fase teórica ocorreu no CIAAN, e a prática, no 1º Esquadrão de Helicópteros de Instrução, ambos em São Pedro da Aldeia, sede da Aviação Naval.

Segundo a Marinha, as candidatas disputaram as vagas pelos mesmos critérios dos demais participantes, incluindo antiguidade, desempenho profissional e aptidão para voo.

Após a formatura, Helena e Isabela atuarão em missões de defesa, operações navais, busca, salvamento e proteção da Amazônia Azul, conforme a força. O vice-almirante Antonio Carlos Cambra destacou o marco histórico.

A família das formandas destacou o potencial inspirador da conquista. A mãe de Helena afirmou que o feito pode incentivar outras meninas, enquanto Isabela afirmou o orgulho de marcar essa etapa para futuras profissionais.

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