- Em 12 de maio, o Ministério Público de Santa Catarina arquivou o caso Orelha, cão SRD de 10 anos que foi eutanaziado em 5 de janeiro de 2026; adolescentes entre 14 e 17 anos são considerados inocentes.
- Orelha apresentava inchaço na cabeça, lesão grave na face esquerda, olho esquerdo projetado para fora da órbita, sangramento na boca e no nariz, dificuldade respiratória e trauma por objeto contundente, conforme laudo veterinário.
- O MP informou que os jovens não estavam com o animal no momento do crime e que o cão tinha doenças pré-existentes; o caso foi investigado pela Polícia Civil.
- A reportagem lembra que existem centenas de animais abandonados no Brasil, com dados da Mars Petcare indicando cerca de trinta milhões de cães e gatos em situação de abandono.
- O texto traz ainda a história de Wally, que se tornou Tarzan após 30 dias de buscas em Barueri, destacando a persistência de voluntários e a importância do cuidado com animais.
Ontem, 12 de maio, o Ministério Público de Santa Catarina arquivou o caso do cão Orelha, SRD de 10 anos abatido em 5 de janeiro de 2026. O relator apontou que os adolescentes envolvidos não estavam com o animal no momento do crime, e que o cão tinha doenças preexistentes. A decisão encerra o procedimento.
Orelha foi encontrado na mata com inchaço na cabeça, lesões na face, olho esquerdo fora da órbita, sangramento na boca e no nariz, além de dificuldade respiratória e trauma por objeto contundente, conforme laudo veterinário. A Polícia Civil investigou, mas o MP entendeu pela inocência dos suspeitos, que tinham entre 14 e 17 anos.
A divulgação do caso gerou grande comoção. O MP catarinense analisou aproximadamente dois mil arquivos, incluindo laudos, vídeos, imagens e dados de celulares, para embasar a conclusão de que não houve participação dos jovens. O relatório não aponta responsabilidade de terceiros.
Tarzan de Barueri: resgate que inspira
A história de Tarzan, cão resgatado em Barueri, mostra uma atuação de resgate bem-sucedida e de longa duração. O animal, inicialmente conhecido como Wally, ficou 30 dias em busca de atendimento, monitorado por câmeras no Parque Ecológico e pela ONG Vira Lata, Vira Amigo.
Geraldo, Wagner e Quibe lideraram as ações, com apoio de voluntários e de um médico veterinário. O processo envolveu tentativas de tranquilização, estratégias de aproximação e, por fim, um resgate bem-sucedido após dias de dedicação. Tarzan ganhou um novo lar após a intervenção.
Wagner Aguardo, presidente da ONG, descreve a experiência como um aprendizado de paciência e persistência. Ele ressalta que não desistiu, mapeou hábitos do animal e ajustou as estratégias ao longo do tempo, culminando no resgate que devolveu a Tarzan a convivência com pessoas.
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