- Heloísa, bebê de Canoas, no Rio Grande do Sul, tem cardiopatias congênitas graves e não apresenta artérias pulmonares, o que dificulta a saturação de oxigênio.
- Um cateterismo realizado aos quatro dias de vida foi essencial para sua sobrevivência até o momento; novas cirurgias são urgentemente necessárias.
- A família já arrecadou cerca de R$ 10.981,31, mas a meta é de R$ 20.000,00 para cobrir os honorários médicos e manter o tratamento.
- A campanha de arrecadação busca apoio para custear os procedimentos cirúrgicos e a continuidade do tratamento.
- A história destaca o impacto emocional e financeiro sobre a família e convoca doações para oferecer uma chance de futuro mais saudável à menina.
Aos poucos, a família de Heloísa encara uma batalha que exige urgência médica. A menina, de poucos meses, nasceu em Canoas, Rio Grande do Sul, com cardiopatias congênitas graves e ausência de artérias pulmonares. A saturação de oxigênio é um desafio diário.
Um cateterismo feito aos quatro dias de vida foi decisivo para a sua sobrevivência até agora. Agora, novas cirurgias são consideradas imprescindíveis para corrigir o quadro clínico e melhorar a oxigenação.
A renda familiar já arrecadou cerca de R$ 10.981,31, ainda bem abaixo da meta de R$ 20.000,00. Os recursos devem cobrir honorários médicos e a continuidade do tratamento da criança.
Campanha de arrecadação
A família informa que depende de apoio para cobrir os custos com procedimentos e avaliações médicas. A mobilização busca contribuir com qualquer valor para ampliar as possibilidades de tratamento de Heloísa.
Apoiar a causa pode fazer diferença no prognóstico da menina. A campanha de arrecadação oferece uma chance concreta de continuidade terapêutica e de um futuro com mais qualidade de vida.
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