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Caso Talita Berquó: assassino é julgado no Fórum do Guará

No Guará, João Paulo Teixeira é julgado pelo assassinato brutal de Talita Berquó, esquartejada em janeiro de 2025; familiares buscam a pena máxima

Mãe e tia cobram por justiça em ato em frente ao Fórum do Guará - (crédito: Beatriz Mascarenhas/CB/D.A Press)
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  • O Tribunal do Júri do Guará julga, nesta quinta-feira (14/5), João Paulo Teixeira, apontado como um dos envolvidos no assassinato de Talita Marques Berquó Ramos, 36 anos.
  • Talita foi esquartejada em janeiro de 2025; familiares se reuniram em frente ao Fórum pela manhã, com oração e cartazes em memória da vítima.
  • A família espera a condenação máxima, com a mãe Valéria Marinho e a tia Glaucia Marinho cobrando punição severa; o caso já gerou adiamentos no júri por mudanças na defesa.
  • O réu já está preso por outro crime; familiares disseram acreditar que ele possa agir novamente caso seja libertado.
  • A investigação aponta que Talita foi morta com pauladas, 18 facadas e pedradas; a motivação atribuída seria uma discussão sobre a troca de um celular por drogas, mas a família contesta a versão.

O Tribunal do Júri do Guará julga, nesta quinta-feira (14/5), João Paulo Teixeira, apontado como um dos envolvidos no assassinato brutal de Talita Marques Berquó Ramos, 36 anos. O crime ocorreu em janeiro de 2025, e a vítima foi encontrada com ferimentos graves após uma ação violenta. O veredito deve ocorrer em sessão no Fórum da região administrativa.

Familiares de Talita se reuniram pela manhã em frente ao fórum para acompanhar o julgamento. A mãe da vítima, Valéria Marinho, pediu justiça e punição máxima ao acusado, que já responde a outro crime. O grupo realizou uma oração coletiva e levou fotos da mulher.

A tia de Talita, Glaucia Marinho, afirmou que a família espera a condenação máxima prevista. Segundo ela, mudanças na defesa do réu haviam adiado o julgamento, aumentando o sofrimento da família. Os parentes aguardam uma pena de até 38 anos de prisão.

Contexto do caso

Segundo a Polícia Civil, Talita sofreu múltiplas agressões, incluindo pauladas, 18 facadas e pedradas. A motivação apresentada pela investigação envolve uma discussão sobre a troca de um celular por drogas. A família desmente a versão, alegando que Talita não fazia uso de entorpecentes há meses.

Parentes acompanham o início do júri em silêncio, carregando fotos da vítima e reforçando a cobrança por uma condenação justa. Eles ressaltam a gravidade do crime e a necessidade de responsabilização dos envolvidos.

O júri permanece em andamento para apuração das responsabilidades de João Paulo Teixeira no caso, com base nas provas apresentadas e nas informações da investigação policial. Não há informações oficiais sobre o veredito até o momento.

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