- Governo de São Paulo confirmou a segunda morte após a explosão ocorrida em obra no Jaguaré; Francisco Altino, de 62 anos, morreu após estar internado no Hospital Regional de Osasco desde o acidente.
- A primeira vítima faleceu no dia do acidente; outra pessoa continua internada no Hospital das Clínicas da USP.
- O acidente ocorreu durante remanejamento de tubulação de água e atingiu rede de gás; perícia técnica investiga as circunstâncias.
- 232 pessoas afetadas receberam auxílio emergencial de 5 mil reais; 122 casas foram vistoriadas, 27 interditadas, cinco precisam de demolição e 14 permanecem interditadas.
- Famílias afetadas poderão escolher entre moradia em unidades da CDHU, cartas de crédito para imóveis ou apoio financeiro para reconstrução/realocação, com foco em reparos em telhados e janelas.
O Governo de São Paulo confirmou nesta quinta-feira, 14, a segunda morte provocada pela explosão ocorrida em uma obra no Jaguaré, zona oeste de São Paulo, na última segunda-feira, 11. O acidente ocorreu durante o remanejamento de tubulação de água, quando uma rede de gás foi atingida.
Francisco Altino, 62 anos, estava internado em estado grave no Hospital Regional de Osasco desde o dia do acidente. O governador Tarcísio de Freitas lamentou a morte, informou que a família recebe assistência psicológica e financeira, e destacou que toda a rede de apoio está mobilizada.
A primeira vítima faleceu no mesmo dia do ocorrido. O homem não teve a identidade divulgada. Uma outra pessoa permanece internada no Hospital das Clínicas da USP. As causas e as circunstâncias estão sob investigação pela perícia técnica.
Assistência às famílias e encaminhamentos
As empresas Sabesp e Comgás, atuantes no local, anunciaram auxílio de R$ 5 mil para 232 pessoas atingidas. Ao todo, 122 imóveis foram vistoriados, com 27 interditados emergencialmente pela Defesa Civil.
Na última quarta-feira, 13, quatro imóveis foram considerados impróprios para uso imediato, com demolição prevista de cinco residências. Outras 14 casas seguem interditadas cautelarmente até conclusão de obras de recuperação.
A gestão estadual informou que, junto às concessionárias, a prioridade é a troca e reparo de telhados e janelas, devido à previsão de chuvas. As famílias afetadas poderão optar entre reabilitação com a CDHU, cartas de crédito para aquisição de imóveis ou apoio financeiro para reconstrução.
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