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Jovem com testa tatuada à força é condenado por furto em posto de saúde em SP

Condenado a dois anos e oito meses de prisão em regime fechado por furto qualificado em UBS de Diadema; pena não insignificante pelo valor de cerca de R$ 400

Jovem teve a testa tatuada à força em 2017
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  • Ruan Rocha da Silva, 26 anos, foi condenado por furto qualificado a dois anos e quatro meses de prisão em regime fechado, com acréscimo de quatro meses pela reincidência.
  • O crime ocorreu em janeiro, quando ele invadiu a Unidade Básica de Saúde Jardim Casagrande, em Diadema, e furtou uma lavadora de alta pressão; a prisão ocorreu em 27 de janeiro, após ele deixar o local carregando o objeto em saco plástico.
  • O valor do item é de aproximadamente R$ 400, não sendo aplicável o princípio da insignificância, conforme decisão do juiz, que seguiu o entendimento do Ministério Público.
  • A Defensoria Pública apresentou recurso, mas Ruan assinou, em 11 de maio, um termo de renúncia ao recurso, abrindo mão de recorrer à segunda instância.
  • Ruan já tem histórico criminal, incluindo passagens anteriores pelo sistema prisional e, em 2017, tornou-se conhecido por ter a testa tatuada à força com a frase “sou ladrão e vacilão” após tortura.

Ruan Rocha da Silva, 26, foi condenado pela Justiça por furto qualificado ocorrido em Diadema, no ABC paulista, no fim de janeiro. O caso envolve a invasão a uma UBS e o furto de uma lavadora de alta pressão. A sentença foi proferida em 27 de abril.

O juiz Lucas Rosa Monteiro considerou o histórico de delitos de Ruan e fixou a pena em 2 anos e 4 meses de prisão em regime fechado. Pela reincidência, houve aumento de quatro meses. O valor do objeto, cerca de R$ 400, impossibilitou a aplicação da insignificância, conforme decisão.

Ruan foi preso em flagrante no dia 27 de janeiro, pouco após deixar a UBS Jardim Casagrande carregando o equipamento furtado dentro de um saco plástico. Câmeras de segurança registraram a ação; o item foi devolvido à unidade de saúde.

Antecedentes

Na época, Ruan já tinha histórico de condenações por furtos, incluindo uma passagem anterior pelo sistema prisional. Em fevereiro, o Ministério Público apresentou denúncia por furto qualificado.

Durante o processo, o condenado admitiu o furto e alegou ter agido devido a uma dívida com usuários de drogas da região. Negou ter pulado o muro da UBS, afirmando ter aproveitado um vão na grade para entrar.

A Defensoria Pública atua na defesa e recorreu ao Tribunal de Justiça. Em 11 de maio, Ruan assinou termo de renúncia ao recurso, abrindo mão de recorrer.

Contexto adicional

A investigação também relembra um caso de 2017, quando Ruan ganhou notoriedade após ter a testa tatuada à força com a frase sou ladrão e vacilão. A tatuagem ganhou ampla repercussão na época, com relatos de tortura envolvendo dois suspeitos.

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