- MC Poze do Rodo deixou o Complexo de Gericinó na Zona Oeste do Rio no início da tarde desta quinta-feira, após a Justiça Federal determinar a liberdade mediante habeas corpus.
- A decisão, assinada pela desembargadora do Tribunal Regional Federal da Terceira Região, revogou a prisão preventiva, mas manteve medidas cautelares, entre elas a entrega do passaporte.
- A Operação Narco Fluxo apura esquema de lavagem de dinheiro ligado a bets ilegais, rifas clandestinas e tráfico internacional de drogas; cerca de quatro dezenas de mandados foram cumpridos em vários estados.
- A defesa do cantor afirmou que a extensão da liberdade do empresário Henrique Viana também foi levada em conta e celebrou a decisão judicial que beneficiou Poze.
- Poze já havia sido preso anteriormente pela Delegacia de Repressão a Entorpecentes, em 2025, sob suspeitas de apologia ao crime e envolvimento com tráfico de drogas.
MC Poze do Rodo, nome artístico de Marlon Brendon Coelho Couto da Silva, foi solto nesta quinta-feira (14) após habeas corpus expedido pela Justiça Federal. A decisão afastou a prisão preventiva, mantendo, porém, medidas cautelares.
O cantor deixou o Complexo de Gericinó, no bairro de Bangu, na Zona Oeste do Rio. Ele saiu escoltado por agentes da Secretaria de Polícia Penal, do velório Joaquim Ferreira, anexo à Cadeia Pedrolino Werling de Oliveira.
A soltura ocorreu após decisão da desembargadora Louise Vilela Leite Filgueiras, do TRF-3, publicada na quarta-feira (13). A Justiça manteve restrições como entrega de passaporte e frequência a atos do processo.
Segundo entendimento da magistrada, houve excesso de prazo nas investigações e ausência de denúncia formal do Ministério Público Federal. A prisão não pode ser usada como instrumento de produção de provas.
A operação Narco Fluxo investiga suposto esquema de lavagem de dinheiro ligado a bets ilegais, rifas clandestinas e tráfico internacional de drogas. Aproximadamente 200 policiais cumpriram mandados em vários estados.
Entre os alvos, houve apreensões de dinheiro, veículos, documentos e equipamentos. Os investigadores apontam possíveis crimes de associação criminosa, lavagem de dinheiro e evasão de divisas.
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