- Após vinte anos, Débora Maria da Silva busca justiça pela morte do filho Edson Rogério, ocorrida em maio de 2006 durante os ataques do Primeiro Comando da Capital (PCC).
- Ela é fundadora do movimento Mães de Maio, que transformou o luto em luta contra violência estatal, especialmente da Polícia Militar, contra jovens negros e periféricos.
- A reportagem é da Redação Terra, com foto de Vanessa Ortiz.
- O objetivo da família é cobrar responsabilização pelos fatos e esclarecer o que aconteceu naquela época.
- O caso contextualiza os Crimes de Maio, ocorrido no início da década de dois mil, e permanece como pauta de justiça para a consequência das agressões.
Débora Maria da Silva busca, 20 anos após os Crimes de Maio, justiça pela morte do filho Edson Rogério, executado durante a onda de ataques do PCC em maio de 2006. A busca por respostas permanece sem desfecho.
A professora e ativista é a fundadora do movimento Mães de Maio, criado após a tragédia. Ela transformou o luto em uma luta pública contra a violência institucional, especialmente a atuação da Polícia Militar.
Edson Rogério tinha 20 anos na época da morte. A família aponta falhas de investigação e a persistência de violência contra jovens negros e periféricos. O caso integra o conjunto de ocorrências associadas ao período de maio de 2006.
Movimento Mães de Maio
O movimento reúne mães que denunciam abusos de autoridades e promovem ações de memória e cobrança por justiça. A atuação envolve denúncias públicas, acompanhamento de casos e participação em debates sobre segurança pública.
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