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Paraná recupera a produção de café após Geada Negra

Geada Negra de 1975 impulsionou a transformação: Paraná aposta em ciência e IG/DO, elevando o café a padrão premium e gerando turismo

Marca mineira de cafés especiais Coffee++ acaba de lançar linha Paraná, com grãos obtidos de cooperativa de pequenos produtores do estado (Foto: Célio Yano/Gazeta do Povo)
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  • Geada Negra, em 17 de julho de 1975, dizimou cerca de sessenta por cento dos cafezais do Paraná e afetou fortemente a economia e o emprego no estado.
  • A recuperação foi viabilizada pela ciência, com o IDR-Paraná desenvolvendo plantas mais resistentes e técnicas modernas de processamento, como secagem em terreiros suspensos e fermentação controlada.
  • Hoje, o Paraná foca na qualidade e utiliza selos de Indicação Geográfica (IG) e Denominação de Origem (DO) para atestar o terroir e os sabores únicos.
  • Regiões de destaque incluem o Norte Pioneiro (IG desde 2012), Mandaguari e Serra de Apucarana, com a Serra de Apucarana recebendo a 24ª IG do estado.
  • A Rota do Café, criada em 2009, atrai turistas ao interior, mostrando desde cultivo até degustação, além de parcerias com marcas de outros estados para promover os grãos paranaenses.

O Paraná superou a devastação da Geada Negra, em julho de 1975, para emergir como referência nacional no café de qualidade. Com apoio científico e foco em grãos especiais, o estado prioriza qualidade e terroir, atraindo atenção de turistas e compradores.

A recuperação ocorreu com a atuação do IDR-Paraná, que investiu em plantas mais resistentes e adaptadas ao clima local. Agricultores passaram a adotar técnicas modernas, como secagem em terreiros suspensos e fermentação controlada, elevando o valor agregado.

A certificação por Indicação Geográfica (IG) e Denominação de Origem (DO) garante a singularidade do sabor. No Norte Pioneiro, Mandaguari e Serra de Apucarana, solos, clima e tradição resultam em lotes com notas de chocolate, caramelo e doçura acentuada.

Regiões de referência

O Norte Pioneiro foi pioneiro ao obter IG em 2012. Mandaguari e Serra de Apucarana conquistaram reconhecimentos recentes, com a Serra de Apucarana representando a 24ª IG do estado e cerca de 300 produtores envolvidos.

Turismo e cadeia produtiva

A Rota do Café, criada em 2009, leva visitantes a cidades como Londrina e Ibiporã, explorando lavouras, processo de produção e degustação. Marcas de outros estados também lançam linhas com grãos paranaenses para homenagear os produtores.

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