- Mulher de 46 anos desaparecida desde o dia 9 foi encontrada morta nesta quinta-feira no Parque Ecológico do Tietê, na zona leste de São Paulo.
- O corpo estava seminua, com sinais de violência e com indícios de possível violência sexual; a polícia investiga homicídio.
- A vítima foi identificada como Fernanda Lúcia Costa da Silva Moreira, moradora do Jardim São Carlos, que tinha três filhos.
- O cadáver foi encontrado por trabalhadores que faziam poda na região, a 8 km da residência da vítima, e encaminhado ao Instituto Médico Legal para perícia.
- O caso é apurado pelo Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa; até o momento não há suspeitos presos; o episódio remete ao histórico do “Maníaco do Parque” de 1998.
Uma mulher foi encontrada morta nesta quinta-feira (14) nas proximidades do Parque Ecológico do Tietê, na zona leste de São Paulo. Ela estava desaparecida desde o dia 9 e foi encontrada seminua com sinais de violência; polícia investiga homicídio e pode confirmar violência sexual após perícia.
Identificada como Fernanda Lúcia Costa da Silva Moreira, de 46 anos, a vítima morava no Jardim São Carlos, na mesma região. Segundo familiares, Fernanda tinha três filhos e saiu de casa na madrugada do dia 9 vestindo vestido vermelho e tênis branco.
O corpo foi localizado por trabalhadores que faziam poda de mato na Via Parque, a cerca de 8 km da casa da vítima. Eles acionaram a Polícia Militar, e vigilantes do parque guiaram os policiais até o local.
O cadáver foi encaminhado ao Instituto Médico Legal para perícia, que deverá confirmar a causa da morte. O caso foi registrado no 24º Distrito Policial de Ponte Rasa e, por apresentar indícios de violência, é investigado pelo Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP). Nenhum suspeito foi preso.
Contexto histórico
O caso remete a o que ficou conhecido como o “Maníaco do Parque”. Em 1998, Francisco de Assis Pereira foi preso por assassinatos e agressões ocorridas no Parque do Estado, na capital. Ele foi condenado a mais de 260 anos, mas pode ser solto em 2028 pela legislação da época.
Essa associação é citada pela imprensa para ilustrar a gravidade de crimes cometidos em áreas de lazer, embora haja distinção entre os casos atuais e o comportamento do condenado histórico. As autoridades não indicaram relação entre o caso atual e o antigo criminoso.
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