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Mulher fica paraplégica após queda de elevador em condomínio de João Pessoa

Mulher de 36 anos fica paraplégica após elevador despencar do terceiro andar em condomínio de João Pessoa; filhos com escoriações e disputa judicial envolvendo a construtora

Elevador despenca em João Pessoa; mulher fica paraplégica e filhos sofrem escoriações
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  • No dia 13, uma mulher de 36 anos ficou paraplégica após o elevador despencar do terceiro andar em um condomínio no bairro Altiplano, em João Pessoa.
  • A vítima estava na cabine com os filhos, de 5 e 3 anos; as crianças tiveram apenas escoriações e receberam alta na quinta-feira 14.
  • A mulher sofreu fratura na vértebra, choque medular e edema na medula, e deve passar por cirurgia de estabilização da coluna em um hospital particular.
  • Moradores relatam que os elevadores apresentavam problemas desde a entrega do empreendimento, em 2023, com travamentos, portas que não fechavam e até incêndio em 2025; a Justiça determinou, em janeiro de 2025, a substituição dos elevadores.
  • A construtora afirmou que, após a entrega, a manutenção passou a ser responsabilidade do condomínio e que está à disposição das autoridades para colaborar com as investigações; o processo segue na Justiça.

Uma mulher de 36 anos ficou paraplégica após o elevador despencar do terceiro andar de um condomínio no bairro Altiplano, em João Pessoa, na quarta-feira, 13. A vítima estava na cabine com os dois filhos, de 5 e 3 anos, no momento da queda.

As crianças sofreram apenas escoriações, foram atendidas e tiveram alta nesta quinta-feira, 14. A mãe sofreu lesão grave na coluna lombar, perdeu movimentos das pernas e passou por avaliação médica.

Segundo o Hospital de Trauma, a paciente teve fratura em uma vértebra, choque medular e edema na medula, impedindo movimentos das pernas. Ela foi transferida para um hospital particular para cirurgia de estabilização.

O condomínio já havia constatado problemas nos elevadores desde a entrega do empreendimento, em 2023, com relatos de travamentos, interrupções e portas que não fechavam. Há ainda registro de um incêndio em 2025.

A Justiça já havia determinado, em janeiro de 2025, a substituição dos elevadores, mas a construtora recorreu e o processo tramita. Moradores apontam vícios elétricos e falta de dispositivos de resgate.

A construtora informou que a responsabilidade pela manutenção passou ao condomínio após a entrega, e afirmou estar à disposição para colaborar com as investigações. O condomínio não respondeu imediatamente.

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