- Deixar o armazenamento quase cheio prejudica o funcionamento do celular; manter entre 10% e 15% livre ajuda o sistema a trabalhar melhor.
- Acumular apps que não usa faz com que muitos permaneçam em segundo plano, consumindo RAM e deixando o aparelho mais lento.
- Ignorar atualizações do sistema traz impacto negativo no desempenho e na segurança; manter o Android ou iOS na versão mais recente ajuda.
- Usar apps de limpeza duvidosos costuma piorar o desempenho, pois podem exibir anúncios, pedir permissões desnecessárias e manter processos em segundo plano.
- Deixar brilho alto, GPS e Bluetooth ativos o tempo todo drena a bateria e pode sobrecarregar o processador ao longo do tempo.
O TechTudo apresenta um guia com oito hábitos que costumam degradar o desempenho de celulares. O material aponta como ações simples do dia a dia podem resultar em lentidão, consumo excessivo de bateria e travamentos, tanto em Android quanto em iPhone. O objetivo é oferecer soluções práticas para manter o aparelho ágil.
Segundo a publicação, manter o espaço livre no armazenamento, reduzir apps em segundo plano e manter o sistema atualizado são medidas-chave. O texto também alerta para riscos ao usar apps de limpeza duvidosos, além de indicar hábitos que afetam a autonomia da bateria. A análise é baseada em recomendações de fabricantes e agências de proteção ao consumidor.
1. Deixar o armazenamento quase cheio
O espaço livre permite que o sistema crie arquivos temporários e rode apps em segundo plano. Sem espaço, o celular começa a travar. Android oferece a função Liberar espaço; iPhone sugere Ajustes > Armazenamento do iPhone. Transferir fotos para nuvem também ajuda.
É recomendável manter entre 10% e 15% da memória disponível. Apps nativos costumam gerenciar espaço de forma automática, mas a falta de espaço reduz a fluidez do sistema. O estudo orienta liberar espaço regularmente para evitar gargalos.
2. Acumular apps que você não usa mais
Instalar muitos apps aumenta o uso de RAM, mesmo sem uso ativo. O Android possui arquivamento automático de apps pouco usados; o iPhone oferece Descarregar apps não utilizados. A prática ajuda a manter a memória disponível e o processamento estável.
Além disso, é útil revisar periodicamente a lista de apps instalados. Desinstalar ou desativar itens que não são usados evita consumo desnecessário de recursos. O texto recomenda manter apenas o necessário para a rotina.
3. Ignorar atualizações do sistema
Atualizações trazem correções de falhas e melhorias de desempenho. Deixar o sistema desatualizado pode manter bugs que atrapalham a experiência. Google e Apple recomendam manter o software na versão mais recente.
Sem atualizações, o aparelho pode apresentar lentidão e vulnerabilidades. As versões mais recentes costumam oferecer melhor gestão de recursos e segurança. A prática evita acúmulo de problemas com o tempo.
4. Usar apps de limpeza duvidosos
Aplicativos que prometem acelerar o hardware costumam apresentar anúncios e exigir permissões desnecessárias. Muitas vezes, acrescentam processos em segundo plano, piorando o desempenho.
Tanto Android quanto iPhone já possuem ferramentas nativas de otimização. A FTC alerta para riscos de malwares em apps duvidosos. O conselho é conferir avaliações, permissões e desenvolvedor antes de instalar.
5. Manter dezenas de apps abertos em segundo plano
Apps em segundo plano ocupam memória RAM e podem causar travamentos. Forçar fechamento pode piorar a situação, pois o app precisa ser recarregado. A prática recomendada é deixar a gestão automática agir.
Ajustes úteis incluem manter a Bateria Adaptativa ativada no Android e desativar atualizações de apps pouco usados no iPhone. Essas estratégias reduzem consumo de recursos sem prejudicar a usabilidade.
6. Baixar APKs
Instalar apps fora das lojas oficiais envolve riscos de segurança e privacidade. Arquivos APK podem abrigar malwares que rodam sem aviso. Além disso, podem não receber atualizações automáticas.
O caminho seguro é baixar apenas pela loja oficial. A prática fortalece a proteção contra software nocivo e compatibilidade com futuras versões do sistema.
7. Deixar brilho, GPS e Bluetooth ativos o tempo inteiro
Brilho máximo, localização constante e Bluetooth ligado drena a bateria e sobrecarrega o processador. Em modelos antigos, o impacto aparece mais rápido, mas todos sofrem com esse hábito.
Tanto Android quanto iPhone recomendam desativar Bluetooth quando não for usar, limitar o GPS e ajustar o brilho da tela. Brilho automático também ajuda a equilibrar visibilidade e consumo.
8. Nunca reiniciar o celular
A ausência de reinício acumula processos e cache, reduzindo a velocidade ao longo do tempo. Reiniciar o dispositivo realiza limpeza de memória, encerra processos e restaura a estabilidade.
A prática é indicada pela assistência oficial da Apple como primeira medida para resolver lentidão. Em muitos casos, o reinício resolve travamentos persistentes sem necessidade de outras intervenções.
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