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Posto é interditado por esquema eletrônico que alterava litragem de bombas no Engenho Novo

Operação conjunta encerra posto no Engenho Novo após encontrar dispositivo que manipulava litragem, levando à interdição completa e responsabilização

Ação conjunta do Procon, Sedcon, Ipem, ANP e CPAM descobriu fraude
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  • Um posto de combustíveis no Engenho Novo, zona norte do Rio de Janeiro, foi totalmente interditado após identificar um dispositivo eletrônico que alterava a litragem registrada nas bombas, na quinta-feira (14).
  • A irregularidade foi descoberta em operação da Sedcon e do Procon-RJ, em conjunto com o Ipem, a ANP e o CPAM.
  • Técnicos do Ipem localizaram o equipamento acoplado às três bombas do estabelecimento, que permitia manipular remotamente as informações exibidas no painel.
  • O posto teve as atividades interditadas devido ao indício de fraude eletrônica.
  • O uso de dispositivos para adulterar bombas é crime contra o consumidor e infração às normas de medição e comercialização de combustíveis; esse tipo de fraude já foi identificado em outros postos do estado.

Um posto de combustíveis no Engenho Novo, zona norte do Rio de Janeiro, foi interditado nesta quinta-feira (14) após a identificação de um dispositivo eletrônico capaz de alterar a litragem registrada nas bombas. A ação ocorreu durante uma operação integrada de fiscalização.

A operação envolveu a Sedcon (Secretaria de Estado de Defesa do Consumidor), o Procon-RJ, o Ipem (Instituto de Pesos e Medidas do RJ), a ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) e o CPAM (Comando de Polícia Ambiental). Técnicos do Ipem localizaram o equipamento acoplado às três bombas do posto.

O dispositivo permitia manipular remotamente as informações exibidas no painel, alterando a litragem apresentada ao consumidor. Diante da irregularidade, o estabelecimento teve as atividades totalmente interditadas.

A fraude eletrônica configura crime contra o consumidor e infração às normas de medição e comercialização de combustíveis. Segundo autoridades, casos desse tipo já foram identificados em outros postos do estado, reforçando a atuação de fiscalização conjunta.

As entidades responsáveis afirmaram que seguem monitorando o cumprimento da legislação e apuram responsabilidades técnicas e administrativas relacionadas ao uso do equipamento. Não houve divulgação de prisões ou indiciados até o momento.

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