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Ypê pede chave Pix de clientes com produtos suspensos; veja como reaver

Ypê solicita chave Pix de clientes afetados por lote suspenso pela Anvisa e disponibiliza formulário de reembolso; envio de nota fiscal não é obrigatório

Ypê pede chave Pix de clientes que compraram produtos suspensos — Foto: Reprodução
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  • A Ypê passou a pedir a chave Pix de clientes que compraram produtos do lote final 1 suspenso pela Anvisa.
  • O formulário para solicitar o reembolso está disponível no site da fabricante e exige dados pessoais como nome completo, CPF, telefone e endereço.
  • Há um campo para anexar notas ou cupons fiscais, mas advogados destacam que a NF não é obrigatória e pode acelerar o processo.
  • O pedido pode ser registrado online e a fabricante informou que a resposta chegará por e-mail ou telefone; ainda não houve confirmação de pagamentos.
  • A suspensão ocorreu após inspeções na fábrica em Amparo, com a Anvisa apontando falhas no processo produtivo e risco potencial para grupos vulneráveis.

A Ypê iniciou a solicitação da chave Pix de clientes que compraram produtos do lote final 1, suspensos pela Anvisa e decisão unânime do colegiado nesta sexta-feira (15). O pedido visa facilitar o reembolso aos consumidores afetados. O formulário está disponível no site da fabricante.

Para pedir o reembolso, o cliente precisa informar dados pessoais como nome completo, CPF, telefone e endereço. Também há um campo para envio de notas fiscais ou cupons, mas advogados ouvidos pelo g1 destacam que o envio das NFs não é obrigatório e pode acelerar o processo.

O caso teve início após inspeções na fábrica da Ypê em Amparo (SP), em conjunto com órgãos de vigilância sanitária. A Anvisa aponta falhas em etapas críticas, incluindo controle de qualidade, corrosão em equipamentos e armazenamento inadequado de resíduos.

Segundo a agência, a bactéria Pseudomonas aeruginosa foi encontrada em mais de 100 lotes de produtos acabados. O risco é maior para grupos vulneráveis, como imunossuprimidos, bebês e idosos. A orientação é interromper o uso dos itens atingidos.

A Ypê contesta as conclusões da Anvisa, afirmando que a contaminação não foi comprovada nos produtos comercializados e que imagens da fábrica não mostram contato com os itens vendidos. A empresa afirma que uso normal reduz a carga bacteriana.

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