- O juiz Gregory Carro vai decidir se provas da acusação serão excluídas no julgamento estadual de Luigi Mangione, marcado para 8 de setembro.
- A defesa afirma que Mangione não teve seus direitos informados pela polícia no momento da prisão, em 9 de dezembro de 2024, no McDonald’s de Altoona, Pensilvânia.
- Alegam que declarações dadas à polícia e a busca na mochila sem mandado devem ser rejeitadas como prova.
- Mangione é acusado de atirar no CEO da UnitedHealthcare, Brian Thompson, em Manhattan, em 4 de dezembro de 2024; a captura ocorreu após uma denúncia anônima.
- Além do caso estadual, ele responde a processo federal com júri marcado para janeiro de 2027; o tribunal estadual mantém nove acusações, após o juiz ter afastado duas de terrorismo.
Luigi Mangione comparecerá nesta segunda-feira ao tribunal estadual de Manhattan para o avanço do seu julgamento pelo homicídio do executivo Brian Thompson. O caso envolve a suposta perseguição de Thompson na cidade de Nova York, em 4 de dezembro de 2024.
A defesa sustenta que policiais que prenderam Mangione em um McDonald’s de Altoona, Pensilvânia, no dia 9 de dezembro de 2024 não o informaram de seus direitos constitucionais. Alegam que isso pode tornar inválidas declarações prestadas e a busca no mochila dele.
Além da acusação estadual de homicídio, Mangione responde a processo federal em Nova York, cujo júri deve ocorrer em janeiro de 2027. Ele mantém a defesa de inocência em ambos os casos.
Desdobramentos processuais
O juiz responsável, Gregory Carro, decidiu manter o andamento do processo, apesar de questionamentos sobre admissibilidade de provas. Em 16 de setembro de 2025, Carro retirou duas acusações de terrorismo da acusação estadual.
Mangione continua enfrentando nove acusações na acusação estadual, incluindo homicídio em segundo grau. A pena prevista varia de 25 anos de prisão até prisão perpétua, conforme o estado de Nova York.
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