- Juiz estadual decidiu impedir o uso de provas apreendidas pela polícia no julgamento de Luigi Mangione, acusado de homicide contra Brian Thompson, ocorrido em 2024 em Manhattan.
- Mangione, de 27 anos, enfrenta acusações federais de perseguição e homicídio estadual; a seleção do júri federal está marcada para 8 de setembro, mas o julgamento estadual ainda não tem data.
- A decisão representa a segunda vitória processual de Mangione em pouco tempo, após a garantia, em janeiro, de que os promotores não poderiam buscar a pena de morte.
- Thompson, de 50 anos, foi morto a tiros em 4 de dezembro de 2024, em Manhattan; imagens de câmeras mostraram um atirador mascarado e as munições teriam palavras associadas a atrasar, negar e depor.
- A promotoria de Manhattan solicitou que o julgamento estadual seja marcado para 1º de julho; Mangione foi preso cinco dias após o ataque, em Altoona, Pensilvânia.
Nesta segunda-feira, um juiz estadual ordenou que as provas apreendidas pela polícia durante a prisão de Luigi Mangione não sejam admitidas no julgamento. A decisão impede o uso dessas evidências no caso de homicídio que envolve Mangione, cujas fases seguintes incluem a seleção do júri e a definição de data para o julgamento estadual.
Mangione, de 27 anos, é acusado de matar Brian Thompson, CEO de uma empresa de seguros de saúde, em 2024. Thompson foi alvejado em Manhattan no dia 4 de dezembro, após deixar um hotel. A perícia indica que o atirador mascarado atirou pelas costas; as munições teriam mensagens ligadas a atrasos de indenizações.
A juíza Margaret Garnett rejeitou duas acusações federais de homicídio e porte de arma com silenciador. A decisão busca excluir a pena de morte como opção, mantendo o julgamento aberto às demais acusações federais de perseguição e às acusações estaduais de homicídio.
A promotoria federal havia pedido a data para o início do julgamento estadual em 1º de julho, conforme carta enviada em 28 de fevereiro. A seleção do júri federal está marcada para começar em 8 de setembro, e o julgamento estadual ainda não tem data definida.
Situação processual: desfecho parcial das evidências
A defesa de Mangione celebrou a decisão, destacando a exclusão de provas como avanço relevante. A defesa sustenta que as evidências obtidas não poderiam ser usadas de forma adequada no júri.
Cronologia recente
Em janeiro, Mangione já havia obtido garantia de que a pena de morte não seria buscada pelos promotores. A autoridade federal continua investigando as acusações de perseguição, enquanto o caso permanece em fase de preparação para o julgamento estadual.
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