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Investigação revela esquema de tráfico internacional em portos de SC

Polícia Federal desarticula esquema de tráfico internacional em portos de Navegantes, Itapoá e Imbituba; 18 presos e bloqueio de R$ 646 milhões

Investigação revela esquema sofisticado de tráfico internacional de drogas em portos de SC
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  • Dezoito presos foram detidos na operação da Polícia Federal, iniciada nas primeiras horas da manhã, com mandados de prisão e de busca e apreensão.
  • Em Santa Catarina, as ações ocorreram em portos de Navegantes, Itapoá e Imbituba, com envio de drogas para a Europa e a África.
  • A operação também aconteceu em São José dos Pinhais (Paraná) e Uberaba (Minas Gerais); a Justiça determinou o sequestro de bens e bloqueios de R$ 646 milhões.
  • A PF pediu a interdição de trinta e seis imóveis, apreensão de dezenas de veículos e o bloqueio de contas de trinta e cinco investigados.
  • A investigação aponta que a quadrilha ocultava cocaína em cargas lícitas, como paletes de madeira e sacos de alimentos, e às vezes contratava mergulhadores para colocar a droga nos cascos de navios, com pelo menos nove apreensões que somam mais de quatro toneladas. Os presos foram encaminhados ao sistema prisional em Itajaí.

Uma investigação da Polícia Federal, realizada em três estados, resultou na prisão de 18 pessoas. A operação teve início nas primeiras horas da manhã e cumpriu mandados de prisão, busca e apreensão. O foco foi desarticular um esquema de tráfico internacional de drogas e lavagem de dinheiro.

Em Santa Catarina, as ações ocorreram principalmente em áreas portuárias, com deflagração também em São José dos Pinhais (PR) e Uberaba (MG). A Justiça determinou o sequestro de bens e bloqueios bancários que somam 646 milhões de reais.

A PF já solicitou a interdição de 36 imóveis, apreensão de dezenas de veículos e o bloqueio de contas de 35 investigados. Segundo o delegado Alessandro Netto Vieira, as investigações começaram em 2023 a partir de uma apreensão no Porto de Navegantes.

Como atuava a quadrilha

A organização utilizava os portos de Navegantes, Itapoá e Imbituba para enviar cocaína à Europa e à África. A droga era ocultada em paletes de madeira e sacos de alimentos para driblar fiscalizações. Em alguns casos, mergulhadores eram contratados para inserir a droga nos cascos de navios.

Duas constatações chamaram atenção: a droga era escondida em cargas lícitas e havia empresas de fachada, além da contratação de mergulhadores profissionais. As prisões foram encaminhadas ao sistema prisional de Itajaí (SC).

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