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Motorista morre 64 dias após ataque da gangue da pedrada na Anchieta, SP

Morre Guilherme da Silva Sá, 20, após 64 dias na UTI, vítima de ataque da gangue da pedrada na rodovia Anchieta; investigação não identificou suspeitos

Guilherme da Silva Sá, 20, morreu após 64 dias internado na UTI com traumatismo craniano grave
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  • Guilherme da Silva Sá, 20 anos, morreu após 64 dias internado em estado grave.
  • Ele foi atingido na cabeça por uma pedra durante a madrugada de 15 de março, na rodovia Anchieta, no km 18, em São Bernardo do Campo (ABC).
  • O veículo desgovernou-se após o impacto; o amigo que dirigia levou Guilherme ao Hospital Sancta Maggiore e, posteriormente, ele foi transferido ao Hospital das Clínicas, em São Paulo.
  • Nenhum suspeito foi identificado ou preso até o momento; o caso foi registrado como homicídio após a morte da vítima.
  • A família pediu justiça, na expectativa de identificar autores e evitar novas vítimas da prática conhecida como gangue da pedrada.

Guilherme da Silva Sá, 20 anos, morreu no domingo, 64 dias após ser atacado na rodovia Anchieta, no ABC paulista. O caso ocorreu na madrugada de 15 de março, quando ele dirigia para uma festa em São Paulo e foi atingido por uma pedra no km 18, próximo ao Jardim do Mar.

A pedra quebrou o para-brisa e atingiu a cabeça da vítima, provocando trauma craniano grave. O carro ficou desgovernado; o motorista que seguia no banco do passageiro assumiu a direção, levou Guilherme ao Hospital Sancta Maggiore e depois ele foi transferido para a UTI do Hospital das Clínicas, em São Paulo, onde permaneceu internado até o falecimento.

Segundo a Polícia Civil, ainda não houve identificação ou prisão de suspeitos. A Secretaria da Segurança Pública confirmou que, inicialmente, o caso foi registrado como dano e lesão corporal; com a morte de Guilherme, um inquérito por homicídio foi instaurado pelo 1º DP de São Bernardo do Campo.

A família pediu justiça para evitar novas vítimas da chamada gangue da pedrada, que ataca veículos nas rodovias para forçar paradas e cometer roubos. A irmã de Guilherme afirmou que a família busca imagens que ajudem a identificar os autores, destacando que não haverá retorno da vítima, mas há necessidade de esclarecer os responsáveis.

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