- O piloto Felipe Monteiro Marques, 43 anos, foi baleado na cabeça durante uma operação em março do ano passado e morreu 14 meses depois.
- O enterro ocorreu nesta segunda-feira (18) no Rio de Janeiro, com cortejo acompanhado por helicópteros da Polícia Civil e um caminhão do Corpo de Bombeiros.
- Durante a cerimônia, colegas prestaram homenagens com aplausos e gritos de “Operações Especiais. Falcão! Sempre!”.
- Marques foi atingido enquanto sobrevoava a Vila Aliança, na zona oeste, e, após diversas cirurgias, a morte foi confirmada no domingo (17).
- A polícia ainda busca identificar todos os envolvidos; um suspeito chegou a ser preso; o piloto deixa esposa e filha de 15 anos.
O piloto Felipe Monteiro Marques, 43 anos, foi baleado na cabeça durante uma operação policial em março do ano passado e, após 14 meses de luta, faleceu. O enterro ocorreu nesta segunda-feira, no Rio de Janeiro, marcado por homenagens emocionadas.
O cortejo percorreu ruas da cidade com o apoio de helicópteros da Polícia Civil. À frente, um caminhão do Corpo de Bombeiros transportou o corpo do agente. Durante a cerimônia, colegas aplaudiram e gritaram palavras de reconhecimento.
Marques foi atingido enquanto sobrevoava a Vila Aliança, na zona oeste, durante a operação. Desde então, ele passou por várias cirurgias, mas a confirmação da morte veio no domingo passado.
O secretário de Polícia Civil do Rio, Delmir Gouveia, afirmou que o policial era um herói e que a instituição continuará atuando em defesa da sociedade. A investigação segue para identificar todos os responsáveis pelo ataque, com um suspeito já preso.
Continuidade das investigações
O caso permanece sob apuração, com a polícia buscando localizar demais envolvidos. Marques deixa esposa e uma filha de 15 anos. O episódio reforça o trabalho das equipes de operações especiais na região.
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