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Polícia investiga morte da esposa de cardiologista preso em MS

Polícia investiga morte da esposa de cardiologista preso por posse irregular de arma e fraude processual em Campo Grande; feminicídio e suicídio são apuradas

Investigações seguem com a Polícia Civil
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  • O médico cardiologista João Jasbik Neto foi preso em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, por posse irregular de arma de fogo e fraude processual, após a morte da esposa, Fabíola.
  • A prisão ocorreu durante apuração sobre se a companheira pode ter cometido suicídio, ocorrida nesta segunda-feira (18).
  • A polícia apurou que o médico pediu que o caseiro e um ex-funcionário movimentassem um armário com armas e munições para outro casebre da propriedade, caracterizando fraude processual; três pessoas foram autuadas.
  • A perícia preliminar indicou que a lesão na região da cabeça da vítima não condiz com a versão apresentada pelo companheiro.
  • A defesa informou que o médico colaborou com a investigação e concordou com o exame residuográfico; caso é investigado pela Polícia Civil com hipóteses de feminicídio e suicídio.

O médico cardiologista João Jasbik Neto foi preso em flagrante em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, por posse irregular de arma de fogo e fraude processual. A prisão ocorreu após a morte de sua esposa, Fabíola, na segunda-feira (18). A Polícia Civil apura se houve feminicídio ou suicídio.

Equipes da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam) levantaram informações com o suspeito e testemunhas presentes. As versões sobre o ocorrido apresentaram divergências durante as diligências.

Ao verificar a cena, os policiais constataram que Jasbik teria organizado o deslocamento de um arsenal para um casebre da propriedade, com a participação de um caseiro e um ex-funcionário, configurando fraude processual. Os três foram autuados pelo crime.

Além disso, a perícia preliminar indicou que a lesão na cabeça da vítima não condizia com a versão apresentada pelo companheiro. O médico também foi autuado em flagrante pela posse irregular de armas de fogo, devido à existência de armamentos de uso permitido e restrito na residência.

A defesa informou que, apesar do luto, Jasbik colaborou com as autoridades e concordou com o exame residuográfico. O caso segue sob investigação da Polícia Civil, com as hipóteses de feminicídio e suicídio sendo avaliadas.

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